{"id":70896,"date":"2020-05-08T14:53:50","date_gmt":"2020-05-08T12:53:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/economy-work\/justica-e-direitos-humanos\/"},"modified":"2020-05-08T14:53:50","modified_gmt":"2020-05-08T12:53:50","slug":"justica-e-direitos-humanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/justica-e-direitos-humanos\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a e direitos humanos"},"content":{"rendered":"<h5 class=\"Standard\" style=\"text-align: justify;\"><span lang=\"IT\">Por Antonio Amato<\/span><\/h5>\n<p><em>Recebemos uma carta de Antonio Amato, funcion\u00e1rio do Servi\u00e7o Social junto \u00e0 Secretaria de Execu\u00e7\u00e3o Penal Externa de Bolonha. Nos \u00faltimos vinte anos, em particular, o dr. Amato dedicou-se a san\u00e7\u00f5es e medidas comunit\u00e1rias alternativas \u00e0s senten\u00e7as de pris\u00e3o; ele se aposentou h\u00e1 algumas semanas. Inicialmente, pode parecer que sua carta \u00e9 uma den\u00fancia sobre a situa\u00e7\u00e3o nas pris\u00f5es italianas. Na realidade, n\u00e3o \u00e9 assim; existe isso, mas muito mais: existe a conscientiza\u00e7\u00e3o de uma ferida aberta na sociedade e um pedido, dirigido aos jovens, mas idealmente tamb\u00e9m a todos, para refinar uma sensibilidade que permita assumir juntos um drama que envolve muitas pessoas no mundo inteiro. #Intimeforpeace&#8230; tamb\u00e9m \u00e9 isso.<\/em><\/p>\n<p>Meu nome \u00e9 Antonio Amato (&#8230;) e gostaria de tentar lhes dizer algo sobre o tema da justi\u00e7a e dos direitos humanos, extraindo-o sobretudo da minha experi\u00eancia profissional adquirida em 40 anos de servi\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>Uma<\/strong> <strong>premissa<\/strong><\/p>\n<p>\u201c<strong>\u00c9 algo muito mais precioso do que o ouro, mas tamb\u00e9m \u00e9 o ideal mais inalcan\u00e7\u00e1vel de todos\u201d<\/strong>, disse S\u00f3crates sobre <strong>justi\u00e7a<\/strong>. E Gustavo Zagrebelski<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> se lembra dela como uma \u201cpalavra sombria\u201d. Mas, afinal, todas as grandes quest\u00f5es da vida s\u00e3o expressas em palavras que est\u00e3o longe de serem un\u00edvocas. (&#8230;)<\/p>\n<p>Por isso, s\u00f3 poder\u00edamos nos limitar a simples considera\u00e7\u00f5es, simples pensamentos&#8230;<\/p>\n<p><strong>A execu\u00e7\u00e3o da senten\u00e7a na It\u00e1lia<\/strong><\/p>\n<p>Para falar sobre a execu\u00e7\u00e3o da senten\u00e7a e da pris\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio se referir ao art. 27 da Constitui\u00e7\u00e3o italiana, que recorda que \u201c<strong><em>as penas n\u00e3o podem consistir em tratamentos contr\u00e1rios ao senso de humanidade e devem tender \u00e0 reeduca\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong>\u201d. A finalidade educativa da senten\u00e7a deve refletir-se adequadamente em toda a legisla\u00e7\u00e3o. Mas quantas s\u00e3o e quem s\u00e3o as pessoas detidas nos 189 c\u00e1rceres italianos? E o quanto o atual sistema penitenci\u00e1rio italiano \u2013 j\u00e1 condenado pelo Tribunal Europeu de Direitos Humanos por tratamento desumano e degradante (ver superlota\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es prisionais) \u2013 est\u00e1 distante das conota\u00e7\u00f5es e da tarefa atribu\u00eddas \u00e0 penalidade pela Constitui\u00e7\u00e3o? O quanto \u00e9 capaz de garantir a efic\u00e1cia dos direitos relacionados \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es com o mundo exterior, do direito ao trabalho, \u00e0 boa sa\u00fade, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 esfera religiosa, dos direitos pol\u00edticos?<\/p>\n<p><strong>As pessoas na pris\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>As pessoas condenadas na It\u00e1lia, assim como em outros pa\u00edses e em particular nos Estados Unidos, pertencem na maior parte \u00e0 categoria da popula\u00e7\u00e3o de risco: viciados em drogas, doentes mentais, imigrantes, pessoas com modestos recursos econ\u00f4micos, sociais e culturais, com dificuldade em ingressar no mercado de trabalho, com priva\u00e7\u00f5es afetivas e relacionais. Apenas uma porcentagem muito pequena delas fez a escolha de um estilo de vida delinquente e de marginalidade, ou seja, faz parte do chamado \u201ccrime organizado\u201d.<\/p>\n<p>Quando chegam aos nossos escrit\u00f3rios, para o final da pena ou para concess\u00e3o de uma medida alternativa \u00e0 deten\u00e7\u00e3o, essas pessoas apresentam dificuldade de autonomia, autodetermina\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e relacionamento, em v\u00e1rios n\u00edveis, com um coeficiente muito baixo de toler\u00e2ncia \u00e0s frustra\u00e7\u00f5es, que as levam a viver com grande dificuldade at\u00e9 mesmo em atividades normais, como trabalho, relacionamentos, como uma simples entrevista.<\/p>\n<p>Mas o que \u00e9 a pris\u00e3o? Muitos observadores a definem como um grande caldeir\u00e3o de pobreza, como um aterro social. A pris\u00e3o, na verdade, lan\u00e7a sombras sobre como a sociedade lida com seus problemas sociais: \u00e9 suficiente prender os culpados e esquec\u00ea-los. Mas at\u00e9 quando? E com quais gastos com pessoal e instala\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o italiana diz que a pena deve ter como objetivo a reintegra\u00e7\u00e3o social das pessoas, mas para metade dos prisioneiros a reintegra\u00e7\u00e3o social n\u00e3o est\u00e1 prevista. N\u00e3o est\u00e1 prevista porque s\u00e3o pessoas sem comprovante de situa\u00e7\u00e3o cadastral, sem resid\u00eancia, sem trabalho e, portanto, n\u00e3o podem ter acesso a medidas alternativas \u00e0 deten\u00e7\u00e3o nem podem ser reintegradas socialmente no momento da liberta\u00e7\u00e3o. \u00c9 um modelo que gera frustra\u00e7\u00e3o para quem a vive e tamb\u00e9m para quem a aplica.<\/p>\n<p>Na verdade, um dirigente da administra\u00e7\u00e3o penitenci\u00e1ria afirma que a pris\u00e3o est\u00e1 enfrentando um problema dram\u00e1tico em nossa sociedade: desigualdades crescentes. A superlota\u00e7\u00e3o nas pris\u00f5es \u00e9 um sinal de que a sociedade est\u00e1 escolhendo a pris\u00e3o como resposta a problemas de desigualdade social, a qual, ao inv\u00e9s, deveria ser enfrentada com a redistribui\u00e7\u00e3o de recursos e equidade social. Em vez de gerenciar um problema, ele \u00e9 deixado de lado usando o sistema penal e, de fato, onde h\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o nos gastos sociais, sempre h\u00e1 um aumento nos custos m\u00e9dicos e prisionais; portanto, os problemas s\u00e3o medicados ou aprisionados.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Vivemos tempos tumultuados, dif\u00edceis, nos quais reina o extremismo das emo\u00e7\u00f5es e, se quisermos encontrar pontos de conex\u00e3o, n\u00e3o devemos buscar utopias, justi\u00e7a absoluta, mas nos contentarmos, neste momento que estamos vivendo, com a rejei\u00e7\u00e3o da injusti\u00e7a radical. E j\u00e1 seria um \u00f3timo resultado.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica de um crime d\u00e1 origem ao dever do culpado de pagar sua d\u00edvida com a sociedade. Creio que a pris\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a maneira mais eficaz de liquidar essa d\u00edvida: 70% dos libertados da pris\u00e3o por senten\u00e7as conclu\u00eddas cometem novos crimes, e os custos di\u00e1rios de deten\u00e7\u00e3o s\u00e3o elevados, de 130 a 140 euros por dia para cada prisioneiro; os economistas liberais estavam certos: \u201cExcesso de pris\u00e3o mata a pris\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>O c\u00e1rcere n\u00e3o \u00e9, portanto, um simples escudo contra a delinqu\u00eancia, mas uma faca de dois gumes.<\/p>\n<p>Estou convicto de que conversar especialmente com voc\u00eas, jovens, sobre essas quest\u00f5es, compartilhar o fato de que a realidade \u00e9 complexa e n\u00e3o permite separar o bem do mal de uma forma simples e n\u00edtida, que existe uma linha sutil entre legalidade e ilegalidade, contribui para refor\u00e7ar a sensibilidade de voc\u00eas, enriquecer seus sentimentos, sua experi\u00eancia, o que ser\u00e1 \u00fatil para viver melhor com os outros e enfrentar a vida quando ela se apresentar em seu ponto mais obscuro e sombrio.<\/p>\n<p>Podemos nos acercar do mal pode para entender e aprender, mantendo a dist\u00e2ncia justa no julgamento, o que significa saber exatamente como aceitar que existam pessoas e hist\u00f3rias pesadas, que, no entanto, podem nos ensinar alguma coisa.<\/p>\n<p>Gostaria de concluir esta breve reflex\u00e3o com as palavras do poeta caribenho Aim\u00e9 Cesarie: \u201c<em>E sobretudo, meu corpo, e voc\u00ea tamb\u00e9m, minha alma, tomem cuidado para n\u00e3o cruzar os bra\u00e7os na atitude est\u00e9ril do espectador, porque a vida n\u00e3o \u00e9 um espet\u00e1culo, porque um oceano de dor n\u00e3o \u00e9 um prosc\u00eanio, porque um homem que geme e grita n\u00e3o \u00e9 um urso que dan\u00e7a<\/em>\u201d.<\/p>\n<p><strong>Bolonha, 26 de abril de 2020<\/strong><br \/>\n<strong><em>Antonio Amato<\/em><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Gustavo Zagrebelsky (San Germano Ghisone, Turim, 1943) \u00e9 um jurista e acad\u00eamico, ex-presidente do Tribunal Constitucional Italiano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Antonio Amato Recebemos uma carta de Antonio Amato, funcion\u00e1rio do Servi\u00e7o Social junto \u00e0 Secretaria de Execu\u00e7\u00e3o Penal Externa de Bolonha. 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