{"id":71346,"date":"2020-07-24T17:11:58","date_gmt":"2020-07-24T15:11:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/economy-work\/filipinas-o-exemplo-que-arrasta-mais-do-que-a-corrente-do-rio\/"},"modified":"2025-11-26T15:38:49","modified_gmt":"2025-11-26T14:38:49","slug":"filipinas-o-exemplo-que-arrasta-mais-do-que-a-corrente-do-rio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/filipinas-o-exemplo-que-arrasta-mais-do-que-a-corrente-do-rio\/","title":{"rendered":"Filipinas: o exemplo que arrasta mais do que a corrente do rio"},"content":{"rendered":"<p><em>Nadar contra a corrente \u00e9 um desafio. Fazer isso em um rio polu\u00eddo aumenta a dificuldade. Apesar dos obst\u00e1culos, uma professora nas Filipinas decidiu abra\u00e7ar as feridas mais profundas de uma \u00e1rea urbana para transform\u00e1-las positivamente, aumentando a conscientiza\u00e7\u00e3o da cidadania.<\/em><\/p>\n<p>Como profiss\u00e3o, ela \u00e9 arquiteta; por voca\u00e7\u00e3o, \u00e9 educadora e tecel\u00e3 de relacionamentos com as comunidades. O nome dela \u00e9 Maria Cynthia Funk, conhecida como Choie (Loli) Funk e leciona na Escola de Design e Arte do Col\u00e9gio De La Salle, em Saint Benilde (Manila). Perplexa perante os altos n\u00edveis de polui\u00e7\u00e3o ao redor do rio Pasig, no cora\u00e7\u00e3o de Manila, mas ao mesmo tempo motivada por isso, come\u00e7ou a pensar com seus alunos em uma maneira criativa de recuperar esses espa\u00e7os p\u00fablicos.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-20023\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/loli1-300x169.png\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"338\" \/><\/p>\n<p>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, Manila foi urbanizada em um ritmo muito r\u00e1pido. A popula\u00e7\u00e3o passou de 5 milh\u00f5es em 1975 para 12 milh\u00f5es em 2010. A capital filipina est\u00e1 cheia de favelas onde hoje vivem cerca de 3 milh\u00f5es de pessoas. Os rios que atravessam a cidade, como o Pasig, as estradas e os aterros sanit\u00e1rios, acumulam cerca de 6.000 toneladas de lixo por dia.<\/p>\n<p>Nesse panorama t\u00e3o nebuloso, nasceu o \u201cEstero Pavillion Project\u201d [Projeto Pavilh\u00e3o Exterior]. Jovens estudantes e professores de duas escolas e tr\u00eas universidades projetaram a estrutura de um pavilh\u00e3o de bambu destinado a unir duas passarelas para pedestres, com o objetivo de<strong> criar espa\u00e7os p\u00fablicos que promovam rela\u00e7\u00f5es sociais, que envolvam a comunidade e fortale\u00e7am o esp\u00edrito de cuidar do espa\u00e7o f\u00edsico, dos relacionamentos e do meio ambiente.<\/strong> \u201cEstamos respondendo aos problemas existentes: pobreza, droga e at\u00e9 mesmo uma cultura da morte. Tudo est\u00e1 interligado, e o governo n\u00e3o pode ser o \u00fanico a cuidar das pessoas\u201d, explica Loli, sublinhando o papel fundamental dos cidad\u00e3os na solu\u00e7\u00e3o de certos problemas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-20012\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Screen-Shot-2020-07-22-at-9.51.28-AM-300x219.png\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"437\" \/><\/p>\n<p>O projeto \u00e9 composto por tr\u00eas espa\u00e7os. <strong>Tr\u00eas estruturas de bambu<\/strong> que, juntas, criam um \u00fanico ambiente. A primeira \u00e9 para jovens e se chama \u201cLaro\u201d, destinado a jogos e recrea\u00e7\u00e3o. A segunda, chamado \u201cTambay\u201d, \u00e9 um espa\u00e7o destinado \u00e0 conviv\u00eancia, para incentivar a constru\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias e para compartilhar experi\u00eancias. A terceira, denominada \u201cKain\u201d, \u00e9 uma \u00e1rea especializada para a promo\u00e7\u00e3o da cultura alimentar que, ao mesmo tempo, tamb\u00e9m pode ser um meio de uni\u00e3o entre os membros da comunidade. O projeto parecia engenhoso e emocionante do ponto de vista f\u00edsico, est\u00e9tico e social. Mas algo deu errado e <strong>os pavilh\u00f5es j\u00e1 constru\u00eddos desapareceram<\/strong>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-20007\" style=\"font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Screen-Shot-2020-07-22-at-9.51.45-AM-300x213.png\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"427\" \/><\/p>\n<p><strong>Os n\u00f3s no bambu<\/strong><\/p>\n<p>Os caules de bambu s\u00e3o caracterizados por n\u00f3s ou colmos segmentados. Esses n\u00f3s fortalecem a cana de bambu e \u00e9 da\u00ed que nascem seus galhos. Sem os n\u00f3s, o bambu seria uma estrutura fraca e inutiliz\u00e1vel.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-20029\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/foto5-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"338\" \/><\/p>\n<p>Para Loli, uma sociedade sem \u201cn\u00f3s\u201d, isto \u00e9, sem relacionamentos constantes, sem uma cultura de responsabilidade e do cuidado para com os outros, \u00e9 uma estrutura fr\u00e1gil. Foi precisamente <strong>essa comunidade sem n\u00f3s que enfraqueceu o experimento social.<\/strong> Os pavilh\u00f5es foram roubados, a polui\u00e7\u00e3o do rio continua e a falta de espa\u00e7os p\u00fablicos permanece sendo um problema, mas n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico. \u201cNas Filipinas, fazemos de tudo para sobreviver. Cada um trabalha sozinho para sair da situa\u00e7\u00e3o em que se encontra. Isso \u00e9 muito doloroso para mim, porque n\u00e3o quero dizer coisas ruins sobre a sociedade, mas \u00e0s vezes chamo de sociedade dos \u00f3rf\u00e3os\u201d, responde Loli, quando questionada sobre as dificuldades e as m\u00faltiplas preocupa\u00e7\u00f5es sociais que impediram esse processo; ela recorda os muitos sofrimentos que assediam essas comunidades. Mesmo em tempo de pandemia e confinamento, aqui o sofrimento mais imediato n\u00e3o \u00e9 necessariamente o de pegar o v\u00edrus, \u201cmuitos deles morrer\u00e3o de fome antes de morrer de Covid\u201d, observa Loli.<\/p>\n<p>Ver tantos jovens com a for\u00e7a e a energia para fazer muitas coisas a motiva, mas enfatiza que h\u00e1 uma grande necessidade de conscientiza\u00e7\u00e3o e de dar um sentido \u00e0s coisas que eles fazem. Para isso, ela acrescenta, a educa\u00e7\u00e3o desempenha um papel fundamental. Aprender a cuidar dos outros n\u00e3o \u00e9 algo que voc\u00ea absorve da noite para o dia, mas se uma pessoa aspira a isso e a compartilha com outra, a ideia se espalha e cria uma cultura. \u201cUma cultura \u00e9 algo que leva voc\u00ea para dentro e que lhe permite construir algo com outras pessoas. Criamos uma cultura que n\u00e3o cuida e que n\u00e3o protege, portanto,<strong> programas como o #DareToCare s\u00e3o excelentes, porque nos lembram que cuidar das pessoas \u00e9 um desafio, uma escolha e um compromisso<\/strong>\u201d, diz Loli.<\/p>\n<blockquote><p>Minha escolha \u00e9 ser uma construtora de comunidades, essa \u00e9 a arquitetura que quero praticar. A arquitetura vai al\u00e9m dos pr\u00e9dios, \u00e9 um servi\u00e7o.<br \/>\nLoli Funk<\/p><\/blockquote>\n<p>A decis\u00e3o e a voca\u00e7\u00e3o de Loli de cuidar dos outros \u00e9 mais forte do que a corrente do rio e mais resistente do que qualquer estrutura. Essa experi\u00eancia levou-a a entender que o projeto n\u00e3o estava conclu\u00eddo e que \u00e9 errando que se aprende.<\/p>\n<p>\u201cO pavilh\u00e3o Estero \u00e9 um experimento social porque pode falhar, ou melhor, fisicamente falhou, porque agora o pavilh\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 mais l\u00e1. Devemos estar preparados: pol\u00edtica, social e economicamente\u201d, explica Loli, acrescentando que \u201ca beleza de um experimento \u00e9 a explora\u00e7\u00e3o e, neste ponto, quaisquer que tenham sido os erros, eles n\u00e3o s\u00e3o erros, s\u00e3o li\u00e7\u00f5es. <strong>O que resulta disso \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de conhecimento<\/strong>\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nadar contra a corrente \u00e9 um desafio. Fazer isso em um rio polu\u00eddo aumenta a dificuldade. 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