{"id":72346,"date":"2021-08-03T13:51:20","date_gmt":"2021-08-03T11:51:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/economy-work\/resiliencia-e-esperanca-o-exemplo-da-equipe-olimpica-de-refugiados\/"},"modified":"2025-11-26T15:50:32","modified_gmt":"2025-11-26T14:50:32","slug":"resiliencia-e-esperanca-o-exemplo-da-equipe-olimpica-de-refugiados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/resiliencia-e-esperanca-o-exemplo-da-equipe-olimpica-de-refugiados\/","title":{"rendered":"Resili\u00eancia e esperan\u00e7a: o exemplo da Equipe Ol\u00edmpica de Refugiados"},"content":{"rendered":"<p><em>Pela segunda vez na hist\u00f3ria, a Equipe Ol\u00edmpica de Refugiados participa dos Jogos Ol\u00edmpicos: um s\u00edmbolo de esperan\u00e7a para migrantes e refugiados do mundo todo. Contamos a voc\u00eas algumas de suas hist\u00f3rias de resili\u00eancia e esperan\u00e7a, porque acreditamos que o mundo unido passa tamb\u00e9m pelo nosso envolvimento nas hist\u00f3rias deles.<\/em><\/p>\n<p>S\u00e3o 29 os atletas que fazem parte da <a href=\"https:\/\/olympics.com\/ioc\/refugee-olympic-team-tokyo-2020\">Equipe Ol\u00edmpica de Refugiados em T\u00f3quio 2020<\/a>. O <a href=\"https:\/\/www.unhcr.org\/\">ACNUR (Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Refugiados)<\/a> define refugiado como \u201calgu\u00e9m que foi for\u00e7ado a fugir de seu pa\u00eds devido \u00e0 persegui\u00e7\u00e3o, guerra ou viol\u00eancia\u201d. Dessa forma, a equipe representa um povo de mais de 20 milh\u00f5es de pessoas que, por esses motivos, est\u00e3o longe dos pr\u00f3prios pa\u00edses.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><div class=\"cookieconsent-optout-marketing\">\n                        <a href=\"javascript:Cookiebot.renew()\" style=\"background: url(https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/plugins\/yt-placeholder-cookiebot\/assets\/placeholder.jpg) no-repeat center center \/ cover; aspect-ratio: 1 \/ 0.48; width: 100%; display: block; margin: 20px 0; position: relative; background-size: cover; background-position: center;\">\n                            <span style=\"position: absolute; bottom: 20px; width: 100%; padding: 0 5%; text-align: center; box-sizing: border-box;\">Para visualizar este v\u00eddeo, \u00e9 necess\u00e1rio ativar todos os cookies<\/span>\n                        <\/a>\n                   <\/div><iframe loading=\"lazy\" title=\"The Journey  | UNHCR in partnership with the IOC and IPC.\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mBpNSeGwyEA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>A primeira Equipe Ol\u00edmpica de Refugiados fez sua estreia nos Jogos Rio 2016. Thomas Bach, presidente do Comit\u00ea Ol\u00edmpico Internacional, declarou na ocasi\u00e3o: \u201cAo dar as boas-vindas \u00e0 equipe de Atletas Ol\u00edmpicos Refugiados aos Jogos Rio 2016, queremos enviar uma mensagem de esperan\u00e7a para todos os refugiados do mundo. \u00c9 tamb\u00e9m um sinal para a comunidade internacional: <strong>os refugiados s\u00e3o como n\u00f3s e s\u00e3o uma riqueza para a sociedade<\/strong>. Estes atletas mostrar\u00e3o ao mundo que, apesar das trag\u00e9dias inimagin\u00e1veis \u200b\u200bque enfrentaram, podem contribuir para sociedade com o pr\u00f3prio talento, capacidade e for\u00e7a de esp\u00edrito\u201d.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia se repete este ano, com T\u00f3quio 2020. Os 29 atletas da Equipe de Refugiados praticam 12 modalidades esportivas diferentes: atletismo, badminton, boxe, canoagem, ciclismo de estrada, jud\u00f4, carat\u00ea, tiro, nata\u00e7\u00e3o, taekwondo, levantamento de peso e luta livre. Eles prov\u00eam de 11 pa\u00edses: Afeganist\u00e3o, Camar\u00f5es, Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, Eritreia, Ir\u00e3, Iraque, Rep\u00fablica do Congo, Sud\u00e3o do Sul, Sud\u00e3o, S\u00edria e Venezuela. A maioria deles \u00e9 mantida por meio de bolsas de estudo do COI (Comit\u00ea Ol\u00edmpico Internacional).<\/p>\n<p>E agora, contamos a voc\u00eas algumas de suas hist\u00f3rias.<\/p>\n<p><strong>Ali Zada Masomah, a ciclista<\/strong><\/p>\n<p>Ali Zada \u200b\u200b\u00e9 uma ciclista afeg\u00e3. Quando ela corria de bicicleta, ainda crian\u00e7a, atiravam pedras e frutas nela, gritavam insultos contra ela. Em 2016, ela e sua irm\u00e3 Zahra participaram de uma competi\u00e7\u00e3o em Albi, na Fran\u00e7a, e hist\u00f3ria delas foi contada no document\u00e1rio \u201cAs pequenas rainhas de Kabul\u201d. Em 2017, conseguiram asilo com a fam\u00edlia e se mudaram para a cidade de Lille. \u201cNo Afeganist\u00e3o eu n\u00e3o podia andar de bicicleta, era proibido. Nunca vi uma garota de bicicleta, muito menos com roupas esportivas. Na \u00e9poca, n\u00e3o havia muitas garotas de bicicleta e as pessoas eram violentas quando nos viam. Pensei que fosse contra a nossa cultura e a nossa religi\u00e3o, mas isso n\u00e3o \u00e9 verdade. Era apenas estranho para eles verem uma mulher de bicicleta pela primeira vez. Nunca desisti de andar de bicicleta. Pelo contr\u00e1rio, quero encorajar as meninas a fazer isso e normalizar o ciclismo feminino no Afeganist\u00e3o\u201d. (Actu.fr, 12 de junho de 2021; infomigrants.net, 06 de junho de 2021; marca.com, 11 de janeiro de 2021). Ali Zada optou por usar o v\u00e9u durante a competi\u00e7\u00e3o: \u201cAs pessoas comentam sobre o meu v\u00e9u. Elas me perguntam se eu n\u00e3o sou muito sexy. Nunca devemos parar de educar as pessoas. Moro sozinha em Lille, meus pais est\u00e3o em Orleans, e meu pai sempre me disse que cabia a mim decidir se queria usar o v\u00e9u ou n\u00e3o. Isso \u00e9 algo que as pessoas n\u00e3o entendem\u201d. (Actu.fr, 12 de junho de 2021)<\/p>\n<figure id=\"attachment_31079\" aria-describedby=\"caption-attachment-31079\" style=\"width: 600px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-31082\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/RF1139743_Masomah-Ali-Zada-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-31079\" class=\"wp-caption-text\">RF1139743_Masomah Ali Zada<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Popole Misenga, o judoca<\/strong><\/p>\n<p>Popole \u00e9 natural de Bukavu, a \u00e1rea mais afetada pela guerra civil na Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, de 1998 a 2003. Quando tinha nove anos, ele perdeu a fam\u00edlia e foi encontrado ap\u00f3s oito dias vagando sozinho na selva. Descobriu o jud\u00f4 no orfanato de Kinshasa, que o acolheu. Ele conta: \u201cQuando voc\u00ea \u00e9 crian\u00e7a, tem que ter uma fam\u00edlia que lhe d\u00ea instru\u00e7\u00f5es sobre o que fazer, e eu n\u00e3o tinha. O jud\u00f4 me ajudou, dando serenidade, disciplina, comprometimento, tudo\u201d. Mas Misenga tamb\u00e9m sofreu persegui\u00e7\u00f5es e puni\u00e7\u00f5es. Assim, em 2013, temendo por sua vida, pediu asilo no Brasil, enquanto estava no Rio de Janeiro, por ocasi\u00e3o do Campeonato Mundial de Jud\u00f4. Obteve asilo em 2014 e, em 2016, foi selecionado para a Equipe Ol\u00edmpica de Refugiados do COI: \u201cSignificou muito para mim poder representar todos os refugiados do mundo na plataforma esportiva internacional. Isso me d\u00e1 for\u00e7a no tatame ao representar os milh\u00f5es de pessoas que tiveram que deixar suas casas e pa\u00edses. O jud\u00f4 me salvou\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_31074\" aria-describedby=\"caption-attachment-31074\" style=\"width: 600px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-31077\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Popole-Misenga_Instagram.co_@popolemisengaofc-300x164.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"327\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-31074\" class=\"wp-caption-text\">Popole Misenga_Instagram.co_@popolemisengaofc<\/figcaption><\/figure>\n<p><a href=\"https:\/\/olympics.com\/en\/athletes\/sanda-aldass\"><strong>Sanda Aldass<\/strong><\/a><strong>, a joduca<\/strong><\/p>\n<p>Sanda Aldass tem 31 anos e tamb\u00e9m \u00e9 judoca. Ela \u00e9 natural da cidade de Damasco, na S\u00edria. Durante a guerra, Sanda e sua fam\u00edlia perderam a casa. Em 2015, ela fugiu para a Holanda pela Turquia, antes do seu marido Fadi Darwish \u2013 que tamb\u00e9m \u00e9 seu treinador \u2013 e seu filho mais velho. Passou nove meses em um campo de refugiados, separada de sua fam\u00edlia.<\/p>\n<p>\u201cCorrer e fazer alguns exerc\u00edcios ocupou meu tempo e tamb\u00e9m me manteve em boa sa\u00fade mental\u201d, disse ela. \u201cEu sabia que um dia eles viriam e que ter\u00edamos um bom lugar para morar.\u201d Hoje Darwish \u00e9 oficialmente seu treinador e a fam\u00edlia cresceu, eles t\u00eam tr\u00eas filhos. A Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Jud\u00f4 convidou o casal para seu programa de atletas refugiados em 2019, com Aldass competindo como judoca da <a href=\"https:\/\/olympics.com\/it\/video\/i-judoka-rifugiati-mettono-nel-mirino-tokyo-2020\">Equipe de Refugiados da IJF<\/a> no <strong>Campeonato Mundial<\/strong> daquele ano.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, ela tamb\u00e9m representou a equipe em eventos do Grand Slam enquanto buscava uma vaga em potencial para os Jogos Ol\u00edmpicos. Objetivo alcan\u00e7ado!<\/p>\n<figure id=\"attachment_31084\" aria-describedby=\"caption-attachment-31084\" style=\"width: 600px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-31087\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Sanda-Aldass-\u00a9-UNHCR_Janou-Zoet-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-31084\" class=\"wp-caption-text\">Sanda Aldass \u00a9 UNHCR_Janou Zoet<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Fazloula Saeid e a canoa<\/strong><\/p>\n<p>Fazloula Saied tem 28 anos. No passado, ele representou a Rep\u00fablica Isl\u00e2mica do Ir\u00e3, mas durante o campeonato mundial de 2015 em Mil\u00e3o, It\u00e1lia, ele tirou uma selfie em frente ao Duomo. Por causa disso, ele recebeu amea\u00e7as na Rep\u00fablica Isl\u00e2mica do Ir\u00e3 por motivos religiosos. Naquele ano, ele fugiu pela \u201crota dos Balc\u00e3s\u201d para Karlsruhe, na Alemanha. Em 2018, come\u00e7ou a competir pela Alemanha, onde foi reconhecido como refugiado pol\u00edtico. Ele conta: \u201cEu tinha tudo que queria no Ir\u00e3: dinheiro, um carro e um apartamento. A \u00fanica coisa que eu podia fazer na Alemanha no in\u00edcio era a canoa. Assim que pego o remo, esque\u00e7o todas as minhas preocupa\u00e7\u00f5es. Quando inicialmente morei em um lar de refugiados, estava feliz por poder ir ao clube e ficar l\u00e1 at\u00e9 \u00e0 noite. A canoa me acalma\u201d. (thefrontierpost.com, 01 de junho de 2021; swr.de, 08 de junho de 2021; canoeicf.com, 08 de junho de 2021; insidethegames.biz, 01 de outubro de 2020; Perfil do Instagram da Equipe Ol\u00edmpica de Refugiados do COI, 22 de abril de 2021). Em 2018, ele foi nomeado her\u00f3i do esporte pela emissora alem\u00e3 Sudwestrundfunk: \u201cSe h\u00e1 uma coisa que sempre digo a mim mesmo \u00e9 esta: s\u00f3 preciso acreditar que vou conseguir, seja l\u00e1 o que for\u201d. (thefrontierpost.com, 01 de junho de 2021)<\/p>\n<figure id=\"attachment_31059\" aria-describedby=\"caption-attachment-31059\" style=\"width: 600px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-31062\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Fazloula-Saeid-instagram.co_@saeidfazloula-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"399\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-31059\" class=\"wp-caption-text\">Fazloula Saeid instagram.co_@saeidfazloula<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Lohalith Anjelina Nadai<\/strong><\/p>\n<p>Anjelina chegou em 2002, com sua tia, ao campo de refugiados de Kakuma, no Qu\u00eania, ap\u00f3s fugir do Sud\u00e3o do Sul devido \u00e0 guerra. Seu talento foi notado enquanto ela ainda vivia no campo de refugiados. Em 2015, um de seus professores lhe ofereceu a possibilidade de participar de uma corrida de 10 km organizada pela Funda\u00e7\u00e3o Tegla Loroupe, a funda\u00e7\u00e3o da campe\u00e3 meio-fundista e maratonista que tem por objetivo apoiar e promover iniciativas para a resolu\u00e7\u00e3o de conflitos, para a paz e para reduzir a pobreza na regi\u00e3o dos Grandes Lagos. Diante dos resultados alcan\u00e7ados, Anjelina foi selecionada e, desde ent\u00e3o, vem treinando com a Funda\u00e7\u00e3o. \u201cAonde quer que eu fosse, corria\u201d \u2013 relembra ela em uma entrevista (mobsports.com, 18 de junho de 2021) \u2013. \u201cQuando ia buscar algo para minha m\u00e3e, sempre corria porque n\u00e3o queria apanhar dela. Eu gostava de correr sem motivo, mas n\u00e3o sabia nada sobre corrida at\u00e9 a Tegla chegar ao campo. N\u00e3o sabia quem ela era. S\u00f3 depois fiquei sabendo das suas medalhas e do seu recorde mundial\u201d. Anjelina participou dos Jogos Ol\u00edmpicos Rio 2016. Em 2018, foi selecionada para se juntar a outros jovens do mundo inteiro no primeiro \u201cSports at the Service of Humanity &#8211; Young Leaders Mentoring Programme\u201d (O esporte a servi\u00e7o da humanidade \u2013 Programa de mentoria para jovens l\u00edderes) em vista do F\u00f3rum \u201cOlimpismo em A\u00e7\u00e3o\u201d do Comit\u00ea Ol\u00edmpico Internacional e Jogos Ol\u00edmpicos da Juventude em Buenos Aires, Argentina.<\/p>\n<p>Ela se tornou m\u00e3e ap\u00f3s sua participa\u00e7\u00e3o nos Jogos Ol\u00edmpicos de 2016.<\/p>\n<figure id=\"attachment_31064\" aria-describedby=\"caption-attachment-31064\" style=\"width: 424px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-31067 size-large\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Lohalith-Anjelina-Nadai_CC-BY-3.0-br-424x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"1024\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-31064\" class=\"wp-caption-text\">Rio de Janeiro &#8211; Integrantes da Equipe Ol\u00edmpica de Atletas Refugiados desembarcam no RioGale\u00e3o. Os atletas s\u00e3o refugiados do Sud\u00e3o do Sul que vivem no Qu\u00eania e disputar\u00e3o diferentes modalidades de corrida nas competi\u00e7\u00f5es de atletismo (Foto: Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil)<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela segunda vez na hist\u00f3ria, a Equipe Ol\u00edmpica de Refugiados participa dos Jogos Ol\u00edmpicos: um s\u00edmbolo de esperan\u00e7a para migrantes e refugiados do mundo todo. Contamos a voc\u00eas algumas de suas hist\u00f3rias de resili\u00eancia e esperan\u00e7a, porque acreditamos que o mundo unido passa tamb\u00e9m pelo nosso envolvimento nas hist\u00f3rias deles. 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