{"id":72419,"date":"2021-09-07T14:35:24","date_gmt":"2021-09-07T12:35:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/economy-work\/estava-feliz-por-estar-vivo\/"},"modified":"2025-11-26T15:51:14","modified_gmt":"2025-11-26T14:51:14","slug":"estava-feliz-por-estar-vivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/","title":{"rendered":"&#8220;Estava feliz por estar vivo&#8221;"},"content":{"rendered":"<h5>Por Michela Micocci- <a href=\"https:\/\/www.faresistemaoltrelaccoglienza.it\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">FARE SISTEMA OLTRE L\u2019ACCOGLIENZA<\/a><\/h5>\n<p><em>In preparazione alla prossima giornata del migrante e del rifugiato, vi raccontiamo una bella storia di riscatto, riconoscenza e grande fiducia in Calabria, una regione italiana. <a href=\"https:\/\/www.vanityfair.it\/mybusiness\/news-mybusiness\/2021\/07\/14\/lavoro-umile-trausi-calabria-integrazione\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">La rivista Vanity Fair li ha presentati<\/a> come tre giovani musulmani alle prese con il corpo di Cristo e gi\u00e0 questo mette curiosit\u00e0. Perch\u00e9 la fraternit\u00e0, quando si concretizza nel calore di una comunit\u00e0 ospitante \u00e8 capace di andare oltre ogni steccato\u2026. <\/em><\/p>\n<p>Si chiama S.A.M. la cooperativa dei tre ragazzi migranti che produrr\u00e0 pasta e ostie in Calabria, nella cittadina di Rogliano (provincia di Cosenza).\u00a0<strong>S.A.M<\/strong>. come le iniziali dei loro nomi:\u00a0<strong>Sadia, Adama e Madi.<\/strong>\u00a0Tutti e tre hanno lasciato il loro paese di origine in Africa e ciascuno con la propria storia e con le proprie aspirazioni \u00e8 approdato a questa start up.<\/p>\n<figure id=\"attachment_31723\" aria-describedby=\"caption-attachment-31723\" style=\"width: 600px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-31726\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Adama-Madi-Sadja-300x141.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"281\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-31723\" class=\"wp-caption-text\">Adama &#8211; Madi &#8211; Sadja<\/figcaption><\/figure>\n<p>Salvatore Brullo da cooperativa FO.CO., l\u00edder do projeto apoiado pela <em><a href=\"https:\/\/www.fondazioneconilsud.it\/\">Fondazione con il Sud<\/a> <\/em>(Funda\u00e7\u00e3o Com o Sul), explica a origem da ideia: \u201cFoi feita uma pesquisa cuidadosa na prov\u00edncia de Cosenza: \u00e9 um territ\u00f3rio dedicado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de massa. A cultura do fabricante de massa lhe pertence\u201d.<\/p>\n<p><strong>O processo foi acompanhado pelo <em><a href=\"https:\/\/www.faresistemaoltrelaccoglienza.it\/giornata-mondiale-del-rifugiato-sadia-adama-e-madi-dallinclusione-al-fare-impresa\/\">Fare Sistema Oltre l&#8217;Accoglienza<\/a><\/em> (Criar Redes al\u00e9m da Acolhida) tamb\u00e9m com o apoio da <em>Fondazione Con il Sud<\/em><\/strong>. A cooperativa foi registrada na C\u00e2mara de Com\u00e9rcio, e o pr\u00f3ximo passo ser\u00e1 alugar um local, instalar o maquin\u00e1rio necess\u00e1rio e encaminhar a comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas jovens empres\u00e1rios v\u00e3o produzir massas desidratadas com uso exclusivo de gr\u00e3os de qualidade, destinadas \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o principalmente em larga escala. Quem compra <strong>o macarr\u00e3o da cooperativa S.A.M.<\/strong> n\u00e3o compra \u00fanica e exclusivamente um produto alimentar, mas com esse gesto est\u00e1 aderindo a um <strong>projeto de inclus\u00e3o<\/strong> que faz com que os jovens migrantes se tornem indiv\u00edduos ativos na comunidade que os acolheu: \u201cJ\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o assistidos pelo Estado, mas s\u00e3o contribuintes\u201d.<\/p>\n<p>H\u00e1 outro aspecto muito importante que faz parte do projeto dessa start-up. Al\u00e9m do macarr\u00e3o, os rapazes tamb\u00e9m v\u00e3o produzir <strong>h\u00f3stias<\/strong>. N\u00e3o se trata de uma escolha aleat\u00f3ria, mas amparada por v\u00e1rios motivos, n\u00e3o s\u00f3 o aspecto econ\u00f4mico. Salvatore Brullo explica: \u201cO mercado de h\u00f3stias \u00e9 atraente. H\u00e1 uma grande concorr\u00eancia e tamb\u00e9m uma grande demanda. O aspecto da integra\u00e7\u00e3o, por ser um s\u00edmbolo da religi\u00e3o crist\u00e3, \u00e9 muito forte\u201d.<\/p>\n<p>Por tr\u00e1s do nome da cooperativa \u2013 S.A.M. \u2013 existem tr\u00eas hist\u00f3rias de migra\u00e7\u00e3o: Sadia, Adama e Madi chegaram \u00e0 It\u00e1lia ainda menores de idade, em 2017.<\/p>\n<p><strong>MADI<\/strong><\/p>\n<p>O Madi mora em Rogliano (prov\u00edncia de Cosenza) no SPRAR<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> para menores &#8220;Casa de Ismael&#8221;. <strong>Ele tem 20 anos <\/strong>e ideias muito claras. A m\u00e3e do Madi \u00e9 m\u00e9dica aposentada e o pai \u00e9 agricultor. N\u00e3o foi por raz\u00f5es econ\u00f4micas que ele deixou a Costa do Marfim: \u201cEu estava estudando, tinha conclu\u00eddo o ensino m\u00e9dio e queria me matricular na Faculdade de Economia. Foi uma escolha pessoal, <strong>de liberdade e independ\u00eancia\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Para seguir essa \u00edndole independente, o Madi deixou a capital da Costa do Marfim h\u00e1 quatro anos e, com alguns amigos, embarcou em uma viagem para a L\u00edbia. Tr\u00eas ou quatro meses depois de ter deixado a Costa do Marfim, ele desembarcou na Sic\u00edlia, em Cat\u00e2nia. Era menor de idade, portanto, foi acolhido em estruturas reservadas para estrangeiros menores desacompanhados. No ver\u00e3o de 2020, ap\u00f3s o t\u00e9rmino do primeiro e dif\u00edcil lockdown imposto pela pandemia, ele foi convidado a fazer um curso para <strong>fabricantes na produ\u00e7\u00e3o de massa fresca artesanal<\/strong>. A ideia lhe agradou e ele se mudou para a prov\u00edncia de Cosenza. Em maio de 2021, chegou outra proposta que, mais uma vez, refor\u00e7ou a convic\u00e7\u00e3o de que ele fez a escolha certa ao vir para a It\u00e1lia: tornar-se funcion\u00e1rio s\u00f3cio da cooperativa: \u201c<strong>Espero que isso nos permita uma integra\u00e7\u00e3o maior. Que possamos nos tornar aut\u00f4nomos. Crescer. Talvez com o tempo possamos at\u00e9 contratar outras pessoas para trabalharem conosco<\/strong>. Seria bom!&#8221;. E o que voc\u00ea acha do fato de que est\u00e1 prevista a produ\u00e7\u00e3o de h\u00f3stias?\u201d \u00c9 algo a mais, que nos permite ampliar a produ\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong>SADIA<\/strong><\/p>\n<p>Era o m\u00eas de junho de quatro anos atr\u00e1s, quando o Sadia desembarcou na It\u00e1lia. Menor de idade, com apenas 17 anos, deixou o Senegal para tr\u00e1s e passou cerca de 12 meses em pris\u00f5es na L\u00edbia. Ele saiu dessa situa\u00e7\u00e3o e come\u00e7ou a trabalhar para levantar o dinheiro necess\u00e1rio para pagar a travessia do Mediterr\u00e2neo. O que o moveu foi o desejo de planejar uma vida melhor para si: \u201c<strong>Eu disse a mim mesmo: vou para mudar a minha vida e a vida da minha irm\u00e3<\/strong>\u201d. Depois de pagar os contrabandistas, ele e alguns de seus amigos apresentaram-se no hor\u00e1rio marcado para a partida, \u00e0 noite, na praia. O barco come\u00e7ou a navegar. Mas depois de apenas um quil\u00f4metro tiveram que voltar para a L\u00edbia. Naquele barco n\u00e3o nem uma luz, imposs\u00edvel ir pelo mar naquelas condi\u00e7\u00f5es. Tentaram novamente vinte e quatro horas depois: <strong>zarparam \u00e0 meia-noite e \u00e0s sete da manh\u00e3 estavam diante da costa da Cal\u00e1bria<\/strong>. Eles foram colocados em um navio que tinha ido socorr\u00ea-los. Sadia, ent\u00e3o menor, foi transferido para o centro de acolhida para menores, a \u201cCasa de Ismael\u201d, em Rogliano, na prov\u00edncia de Cosenza. Foram com ele cerca de quinze rapazes. Foi aqui que ele se tornou um adulto. Em 2019, tendo se tornado maior h\u00e1 pouco tempo, foi acolhido primeiramente no SPRAR \u201cEstradas de Casa\u201d, em Rovito, e depois, a partir de outubro de 2019, foi inclu\u00eddo no projeto do Programa Migrantes da Arquidiocese de Cosenza \u201cAmplie o espa\u00e7o de sua barraca\u201d, financiado pela campanha da CEI<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> \u201cLivres para partir, livres para ficar\u201d. Trata-se de um projeto que apoia os jovens em termos de habita\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o, e os acompanha na inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho. <strong>O curso para produzir massa fresca que o Sadia frequentou no ver\u00e3o de 2020 fez parte desse caminho<\/strong>. Mas esta foi apenas uma pe\u00e7a de um mosaico maior, porque o senegal\u00eas de 21 anos, entretanto, realizou outras \u2013 importantes \u2013 etapas: ele se formou na oitava s\u00e9rie, fez dois est\u00e1gios (em uma tipografia e em uma f\u00e1brica de massas), trabalhou como assistente de cozinheiro. Agora ele mora em um apartamento com alguns amigos.<\/p>\n<p><strong>ADAMA<\/strong><\/p>\n<p>\u201cPara ter um futuro \u00e9 preciso primeiramente ter um presente, e o presente s\u00f3 pode ser o trabalho\u201d. Quem responde a uma pergunta sobre os sonhos e o futuro \u00e9 o jovem Adama, senegal\u00eas de 21 anos, um dos tr\u00eas jovens trabalhadores da cooperativa S.A.M.<\/p>\n<p><strong>Adama<\/strong> nasceu em 13 de mar\u00e7o de 2000 e at\u00e9 quatro anos atr\u00e1s morava na cidade de Tambacounda, no leste do Senegal, onde estudava e trabalhava no campo: \u201c<strong>N\u00e3o planejava vir para a It\u00e1lia<\/strong>. Eu n\u00e3o pensava nisso. Comecei a viajar sem um motivo espec\u00edfico e fiquei na Arg\u00e9lia por sete-oito meses porque tinha arranjado trabalho numa f\u00e1brica\u201d. Mas ent\u00e3o os amigos com quem havia sa\u00eddo do Senegal decidiram retomar a estrada, e ele, para n\u00e3o ficar sozinho, seguiu-os at\u00e9 que atravessaram a fronteira da L\u00edbia. Felizmente, Adama n\u00e3o fez a experi\u00eancia do c\u00e1rcere terr\u00edvel da L\u00edbia, como costuma acontecer com muitos migrantes antes de deixar a \u00c1frica. No entanto, como todos, o Adama tamb\u00e9m pagou para entrar em um barco que o levou a atravessar o Mediterr\u00e2neo. A embarca\u00e7\u00e3o n\u00e3o era grande e tinha cerca de 150 jovens, algumas menores. \u00c0s tr\u00eas da manh\u00e3 come\u00e7ou a navega\u00e7\u00e3o. Era ver\u00e3o e o mar estava calmo. <strong>Ao amanhecer, apertados no barco, sem \u00e1gua para beber e com o sol a pino, o calor e a sede se tornaram insuport\u00e1veis<\/strong>: \u201cN\u00e3o sabia que era t\u00e3o dif\u00edcil. Pensei que com uma ou duas horas de viagem ter\u00edamos chegado \u00e0 It\u00e1lia\u201d.<\/p>\n<p>Durante uma semana ap\u00f3s o desembarque, o Adama foi acolhido numa estrutura provis\u00f3ria montada num campo de voleibol, mas \u201c<strong>estava feliz por estar vivo; nem todos conseguem chegar vivos<\/strong>\u201d. Depois, com os outros menores, ele foi transferido para Rogliano, na SPRAR \u201cCasa de Ismael\u201d. Estudou e aprendeu a falar italiano. J\u00e1 maior de idade, Adama, assim como Sadia, continuou seu caminho rumo \u00e0 autonomia no SPRAR para adultos \u201cEstradas de casa\u201d, em Rovito, e a partir de outubro do mesmo ano entrou para o projeto do Programa Migrantes da Arquidiocese de Cosenza \u201cAmplie o espa\u00e7o de sua barraca\u201d. Gra\u00e7as a isso, ele passou a ser acompanhado para dar alguns passos importantes, como alugar um apartamento em Cosenza; a gest\u00e3o das contas e das despesas, que n\u00e3o estava acostumado a fazer; os turnos de cozinha para preparar almo\u00e7o e jantar. Enfim, uma vida independente. Voc\u00ea acha que ser\u00e1 bem recebido na cooperativa? Pode haver problemas de racismo? &#8220;N\u00e3o sei. <strong>Eu sigo meu caminho<\/strong>. O racismo existe no mundo todo, mas nunca tive problemas\u201d.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> SPRAR &#8211; sistema de prote\u00e7\u00e3o a requerentes de asilo e refugiados: \u00e9 o modelo de refer\u00eancia na It\u00e1lia no acolhimento de requerentes e titulares de prote\u00e7\u00e3o internacional, que visa o enfrentamento do fen\u00f4meno migrat\u00f3rio devido \u00e0s persistentes situa\u00e7\u00f5es de conflito armado, crise e instabilidade pol\u00edtico-econ\u00f4mica presentes em muitos pa\u00edses do continente africano e do Oriente M\u00e9dio.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> CEI: Confer\u00eancia Episcopal Italiana.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Michela Micocci- FARE SISTEMA OLTRE L\u2019ACCOGLIENZA In preparazione alla prossima giornata del migrante e del rifugiato, vi raccontiamo una bella storia di riscatto, riconoscenza e grande fiducia in Calabria, una regione italiana. La rivista Vanity Fair li ha presentati come tre giovani musulmani alle prese con il corpo di Cristo e gi\u00e0 questo mette [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":67575,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-72419","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>&quot;Estava feliz por estar vivo&quot; - United World Project<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"&quot;Estava feliz por estar vivo&quot; - United World Project\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Por Michela Micocci- FARE SISTEMA OLTRE L\u2019ACCOGLIENZA In preparazione alla prossima giornata del migrante e del rifugiato, vi raccontiamo una bella storia di riscatto, riconoscenza e grande fiducia in Calabria, una regione italiana. La rivista Vanity Fair li ha presentati come tre giovani musulmani alle prese con il corpo di Cristo e gi\u00e0 questo mette [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"United World Project\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2021-09-07T12:35:24+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2025-11-26T14:51:14+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/fsola_settembre-2021_evidenza.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1200\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"620\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"anita\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"anita\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"8 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/\",\"url\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/\",\"name\":\"\\\"Estava feliz por estar vivo\\\" - United World Project\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/fsola_settembre-2021_evidenza.jpg\",\"datePublished\":\"2021-09-07T12:35:24+00:00\",\"dateModified\":\"2025-11-26T14:51:14+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/5e422fc57d77d69e6b4e36ac59a53201\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/fsola_settembre-2021_evidenza.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/fsola_settembre-2021_evidenza.jpg\",\"width\":1200,\"height\":620},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"&#8220;Estava feliz por estar vivo&#8221;\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/\",\"name\":\"United World Project\",\"description\":\"Championing fraternity and collaboration worldwide\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/5e422fc57d77d69e6b4e36ac59a53201\",\"name\":\"anita\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6949a15dd913b50588eec00981bd52d8c6ac8351a258558d372496c670e4ff2c?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6949a15dd913b50588eec00981bd52d8c6ac8351a258558d372496c670e4ff2c?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"anita\"},\"url\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/author\/anita\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"\"Estava feliz por estar vivo\" - United World Project","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"\"Estava feliz por estar vivo\" - United World Project","og_description":"Por Michela Micocci- FARE SISTEMA OLTRE L\u2019ACCOGLIENZA In preparazione alla prossima giornata del migrante e del rifugiato, vi raccontiamo una bella storia di riscatto, riconoscenza e grande fiducia in Calabria, una regione italiana. La rivista Vanity Fair li ha presentati come tre giovani musulmani alle prese con il corpo di Cristo e gi\u00e0 questo mette [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/","og_site_name":"United World Project","article_published_time":"2021-09-07T12:35:24+00:00","article_modified_time":"2025-11-26T14:51:14+00:00","og_image":[{"width":1200,"height":620,"url":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/fsola_settembre-2021_evidenza.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"anita","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"anita","Est. tempo de leitura":"8 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/","url":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/","name":"\"Estava feliz por estar vivo\" - United World Project","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/fsola_settembre-2021_evidenza.jpg","datePublished":"2021-09-07T12:35:24+00:00","dateModified":"2025-11-26T14:51:14+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/5e422fc57d77d69e6b4e36ac59a53201"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/fsola_settembre-2021_evidenza.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/fsola_settembre-2021_evidenza.jpg","width":1200,"height":620},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/estava-feliz-por-estar-vivo\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"&#8220;Estava feliz por estar vivo&#8221;"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#website","url":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/","name":"United World Project","description":"Championing fraternity and collaboration worldwide","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/5e422fc57d77d69e6b4e36ac59a53201","name":"anita","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6949a15dd913b50588eec00981bd52d8c6ac8351a258558d372496c670e4ff2c?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6949a15dd913b50588eec00981bd52d8c6ac8351a258558d372496c670e4ff2c?s=96&d=mm&r=g","caption":"anita"},"url":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/author\/anita\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72419","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=72419"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72419\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":72420,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72419\/revisions\/72420"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/67575"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=72419"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=72419"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=72419"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}