{"id":72437,"date":"2021-09-14T14:36:52","date_gmt":"2021-09-14T12:36:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/economy-work\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/"},"modified":"2025-11-26T15:51:26","modified_gmt":"2025-11-26T14:51:26","slug":"ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/","title":{"rendered":"Oz\u00f4nio, o g\u00e1s venenoso que permite a vida"},"content":{"rendered":"<p><em>O \u201cDia Internacional de Prote\u00e7\u00e3o \u00e0 Camada de Oz\u00f4nio\u201d \u00e9 comemorado em 16 de setembro. Mas&#8230; o que sabemos sobre esse g\u00e1s? Por que \u00e9 t\u00e3o importante para a vida na Terra? Perguntamos ao Dr. Alcide di Sarra, um cientista italiano que trabalha no Laborat\u00f3rio de Observa\u00e7\u00f5es e Medidas para o Meio Ambiente e o Clima da ENEA (Ag\u00eancia Nacional Italiana para Novas Tecnologias, Energia e Desenvolvimento Econ\u00f4mico Sustent\u00e1vel). Ele acabou de retornar \u00e0 It\u00e1lia ap\u00f3s uma campanha de estudos e medi\u00e7\u00f5es no Observat\u00f3rio Thule, na Groenl\u00e2ndia. Eis o que ele nos disse.<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-31867\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2021-08-13_di_Sarra_sul_fiordo-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" \/><\/p>\n<p><strong>Dr. Sarra, o sr. acabou de retornar de uma miss\u00e3o na Groenl\u00e2ndia. Pode nos dizer o que o faz, em que consiste sua pesquisa?<\/strong><\/p>\n<p>Alguns colegas e eu voltamos \u00e0 Groenl\u00e2ndia no m\u00eas de agosto de 2021, ap\u00f3s um longo per\u00edodo em que n\u00e3o foi poss\u00edvel ir devido \u00e0 pandemia. Tenho ido \u00e0 Groenl\u00e2ndia, para fazer medi\u00e7\u00f5es e estudos relacionados aos processos atmosf\u00e9ricos, h\u00e1 mais de 30 anos. Com alguns colegas, montamos o primeiro instrumento no <a href=\"https:\/\/www.thuleatmos-it.it\/\">Thule High Arctic Atmospheric Observatory<\/a> em 1990. Trata-se de um observat\u00f3rio que nasceu no in\u00edcio da d\u00e9cada de 90, onde realizamos pesquisas em conjunto com a <a href=\"https:\/\/www.uniroma1.it\/it\/pagina-strutturale\/home\">Universidade de Roma \u201cLa Sapienza\u201d<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.enea.it\/it\">ENEA<\/a>, o <a href=\"https:\/\/www.ingv.it\/\">INGV<\/a> (Instituto Nacional de Geof\u00edsica e Vulcanologia) e a <a href=\"https:\/\/www.unifi.it\/\">Universidade de Floren\u00e7a<\/a>. O observat\u00f3rio foi criado para estudar os processos relacionados \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio no \u00c1rtico porque, naqueles anos, era um dos temas centrais de pesquisa em f\u00edsica da atmosfera. Atualmente continuamos a estudar esses processos, mas estamos nos concentrando principalmente nos fen\u00f4menos ligados \u00e0s varia\u00e7\u00f5es relacionadas ao clima. Porque o \u00c1rtico \u00e9 a regi\u00e3o da Terra que est\u00e1 se aquecendo mais r\u00e1pido do que todo o resto do planeta. Existem muitos processos complexos de interconex\u00e3o entre atmosfera, oceano, gelo, circula\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, circula\u00e7\u00e3o marinha, que fazem com que ocorra um aquecimento muito, muito forte nesta regi\u00e3o; isso leva o nome, na literatura, de \u201camplifica\u00e7\u00e3o \u00e1rtica\u201d, justamente porque a temperatura do ar est\u00e1 aumentando cerca de tr\u00eas vezes mais r\u00e1pido do que o resto do planeta.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-31877\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/IMG_20210813_152444_r-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" \/><\/p>\n<p><strong>Entendo. Portanto, sua pesquisa se concentra tamb\u00e9m na observa\u00e7\u00e3o do famoso (pelo menos para n\u00f3s que crescemos na d\u00e9cada de 1980) \u201cburaco na camada de oz\u00f4nio\u201d. Mas&#8230; pode nos explicar em termos simples do que se trata?<\/strong><\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o \u201cburaco na camada de oz\u00f4nio\u201d \u00e9 um fen\u00f4meno sazonal descoberto por alguns pesquisadores brit\u00e2nicos em 1985, enquanto faziam medi\u00e7\u00f5es em uma esta\u00e7\u00e3o na Ant\u00e1rtica chamada Halley Bay, com um instrumento que mede o conte\u00fado de oz\u00f4nio presente na coluna de ar. Ao fazer essas medi\u00e7\u00f5es, que usam a radia\u00e7\u00e3o solar \u2013 no in\u00edcio da radia\u00e7\u00e3o solar, ou seja, no come\u00e7o da primavera ant\u00e1rtica \u2013, os pesquisadores brit\u00e2nicos perceberam que tinha havido uma diminui\u00e7\u00e3o muito, muito forte do oz\u00f4nio, desde o final da d\u00e9cada de 1970 at\u00e9 1985.<\/p>\n<p>Essa redu\u00e7\u00e3o, que depois avan\u00e7ou significativamente na Ant\u00e1rtica nos meses de setembro, outubro e novembro, leva \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o de aproximadamente 65-70% do oz\u00f4nio que est\u00e1 presente acima da coluna, envolvendo uma \u00e1rea muito extensa, isto \u00e9, toda a regi\u00e3o Ant\u00e1rtica, que \u00e9 uma \u00e1rea maior do que a Am\u00e9rica do Norte. Existem cerca de 25 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados nos quais a concentra\u00e7\u00e3o de oz\u00f4nio na coluna \u00e9 muito baixa.<\/p>\n<p>O \u201cburaco na camada de oz\u00f4nio\u201d, portanto, \u00e9 um fen\u00f4meno sazonal. Come\u00e7a no final do inverno ant\u00e1rtico, em agosto. Aprofunda-se em setembro, em outubro atinge a destrui\u00e7\u00e3o m\u00e1xima do oz\u00f4nio, depois, em novembro-dezembro, o fen\u00f4meno \u00e9 interrompido, o ar se mistura com massas vindas de outras regi\u00f5es, e o chamado \u201cburaco\u201d se fecha.<\/p>\n<p>Algo semelhante, mas em uma escala muito menor, tamb\u00e9m ocorre no \u00c1rtico. Com uma variabilidade muito maior porque as condi\u00e7\u00f5es do \u00c1rtico s\u00e3o mais inst\u00e1veis \u200b\u200bdo que as da Ant\u00e1rtica. Portanto, apenas em alguns anos, na primavera, essa destrui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio \u00e9 ativada acima do \u00c1rtico, o que pode chegar a 35-40%. Mas \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o muito mais intermitente do que a regularidade do fen\u00f4meno Ant\u00e1rtico.<\/p>\n<figure id=\"attachment_31840\" aria-describedby=\"caption-attachment-31840\" style=\"width: 400px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-31840\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/NASA-Public-domain-via-Wikimedia-Commons-300x300.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"400\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-31840\" class=\"wp-caption-text\">NASA, Public domain, via Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Se entendi bem, ao lado dessa destrui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio que produz \u201cburacos\u201d, h\u00e1 tamb\u00e9m um processo global de diminui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio presente na estratosfera, n\u00e3o limitado apenas \u00e0s \u00e1reas acima da Ant\u00e1rtica ou do \u00c1rtico&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de oz\u00f4nio encontra-se em torno de 25 km de altitude, portanto, na estratosfera, que \u00e9 a regi\u00e3o da atmosfera que varia de 10-15 km at\u00e9 50 km. Os processos que ocorrem no inverno ant\u00e1rtico, quando as temperaturas na estratosfera ficam muito baixas, favorecem a forma\u00e7\u00e3o de nuvens, apesar da baix\u00edssima concentra\u00e7\u00e3o de vapor d&#8217;\u00e1gua e outros compostos qu\u00edmicos. Na superf\u00edcie dessas nuvens, quando chega a radia\u00e7\u00e3o solar, \u00e9 ativada uma s\u00e9rie de rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas que destr\u00f3i o oz\u00f4nio de maneira c\u00edclica. A destrui\u00e7\u00e3o ocorre na estratosfera precisamente porque as nuvens se formam ali. Quando esta zona de baixa concentra\u00e7\u00e3o de oz\u00f4nio se mistura com o resto, contribui para produzir impactos na camada de oz\u00f4nio na estratosfera em uma escala global, por isso, no in\u00edcio da d\u00e9cada 1990 de foi observada uma forte redu\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio. Uma diminui\u00e7\u00e3o muito significativa que depois desacelerou. Ent\u00e3o, agora, n\u00f3s nos encontramos em n\u00edvel global com um conte\u00fado de oz\u00f4nio que \u00e9 cerca de 3-4% menor do que era no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1980.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 15-20 anos, a situa\u00e7\u00e3o tornou-se \u201ccr\u00f4nica\u201d, muito regular, com uma diminui\u00e7\u00e3o cada vez mais forte; por\u00e9m, a \u00e1rea atingida pelo buraco na camada de oz\u00f4nio parou de crescer.<\/p>\n<p><strong>Mas essa situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser revertida de alguma forma? Quero dizer, h\u00e1 uma maneira de retroceder o fen\u00f4meno?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, sim. Existe um modo, e \u00e9 tamb\u00e9m um dos maiores exemplos de iniciativas internacionais que deram certo. Estou falando sobre o Protocolo de Montreal.<\/p>\n<p>Deixe-me explicar&#8230; Um dos compostos importantes que interv\u00e9m nessas rea\u00e7\u00f5es \u00e9 o \u00e1tomo de cloro. Os compostos que cont\u00eam cloro s\u00e3o produzidos prevalentemente por atividades antropog\u00eanicas. Alguns dos compostos qu\u00edmicos que produzimos e que cont\u00eam cloro t\u00eam uma forte estabilidade na baixa atmosfera e lentamente alcan\u00e7am a parte alta da atmosfera. L\u00e1 s\u00e3o dissociados pela radia\u00e7\u00e3o solar com o comprimento de onda curta, a mais energ\u00e9tica, e assim podem ativar essas rea\u00e7\u00f5es destrutivas.<\/p>\n<p>Se favorecermos a redu\u00e7\u00e3o da concentra\u00e7\u00e3o de cloro, esse processo fica mais lento. E a redu\u00e7\u00e3o, posteriormente, do crescimento do buraco de oz\u00f4nio \u00e9 devido principalmente ao fato de que os acordos internacionais limitaram as emiss\u00f5es de compostos de cloro. Portanto, a concentra\u00e7\u00e3o de cloro na estratosfera come\u00e7ou a diminuir. Como resultado, os efeitos come\u00e7am a ser vistos, mas os tempos desses processos s\u00e3o longos. Porque tais compostos t\u00eam uma vida m\u00e9dia muito longa: dezenas, em alguns casos, centenas de anos. Por isso, a concentra\u00e7\u00e3o de cloro na estratosfera cai muito lentamente, pois ainda temos os efeitos de subst\u00e2ncias que colocamos na atmosfera h\u00e1 muitos anos. De todo modo, existem sinais positivos. E este \u00e9 um grande exemplo de um acordo internacional&#8230; porque o buraco na camada de oz\u00f4nio foi descoberto em 1985 e o Protocolo de Montreal \u00e9 de 1987. Portanto, as iniciativas internacionais foram importantes e foram tomadas em tempos muito r\u00e1pidos.<\/p>\n<p><strong>Pois bem, pode nos explicar o que diz esse acordo?<\/strong><\/p>\n<p>O Protocolo de Montreal (mas houve acordos e emendas subsequentes) reduziu as emiss\u00f5es e a produ\u00e7\u00e3o de compostos que cont\u00eam cloro (at\u00e9 os eliminou alguns gases). No in\u00edcio, foram inclu\u00eddos alguns substitutos. Dos CFCs (clorofluorocarbonetos), passamos para os HCFCs (hidroclorofluorocarbonetos) e depois para os HFCs (hidrofluorocarbonetos). Os compostos utilizados \u200b\u200bt\u00eam uma vida \u00fatil ligeiramente mais curta e, em vez de \u00e1tomos de cloro, t\u00eam \u00e1tomos de fl\u00faor. Eles colocam outros problemas, mas digamos que isso favorece a redu\u00e7\u00e3o da concentra\u00e7\u00e3o de cloro na estratosfera, o que levou a uma certa recupera\u00e7\u00e3o, em escala global, do conte\u00fado de oz\u00f4nio na estratosfera.<\/p>\n<p>Portanto, temos sinais positivos de uma iniciativa internacional que foi ratificada por todos os pa\u00edses do mundo.<\/p>\n<p><strong>\u00abToda a vida na Terra depende da exist\u00eancia de uma fina tela de um g\u00e1s venenoso, bem alto na atmosfera: a camada de oz\u00f4nio\u00bb, explicam do <\/strong><strong><a href=\"https:\/\/www.unep.org\/\">PNUMA<\/a><\/strong><strong>. Por que o oz\u00f4nio \u00e9 t\u00e3o importante para a vida na Terra?<\/strong><\/p>\n<p>A capacidade de absorver a radia\u00e7\u00e3o ultravioleta, que \u00e9 a mais energ\u00e9tica que chega do sol, tamb\u00e9m \u00e9 o principal ou um dos principais fatores ben\u00e9ficos da presen\u00e7a do oz\u00f4nio na estratosfera. Porque, ao absorver a radia\u00e7\u00e3o mais energ\u00e9tica, que \u00e9 a que produz danos, permite que a superf\u00edcie da terra seja habit\u00e1vel. \u00c9 um fator muito importante para a vida do homem, mas tamb\u00e9m das plantas, para os materiais e para aquilo que se encontra na superf\u00edcie da Terra.<\/p>\n<p>V\u00e1rios processos, de catarata ao c\u00e2ncer de pele, dependem da quantidade de radia\u00e7\u00e3o ultravioleta protegida pelo oz\u00f4nio.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-31872\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/IMG_20210813_101808_r-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" \/><\/p>\n<p><strong>Essa rarefa\u00e7\u00e3o da camada de oz\u00f4nio tamb\u00e9m afeta as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas?<\/strong><\/p>\n<p>As liga\u00e7\u00f5es est\u00e3o a\u00ed e s\u00e3o muitas. Por exemplo, o oz\u00f4nio tem a capacidade de absorver a radia\u00e7\u00e3o infravermelha e, assim como os gases que absorvem radia\u00e7\u00e3o nesta regi\u00e3o espectral, \u00e9 um g\u00e1s de efeito estufa. Portanto, de certa forma, est\u00e1 relacionado a processos que influem nas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Mas existem v\u00e1rios outros elos importantes que ligam o oz\u00f4nio ao clima. Por exemplo, os gases que levam \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio s\u00e3o gases que t\u00eam uma forte capacidade de absorver radia\u00e7\u00e3o infravermelha, por isso s\u00e3o gases de efeito estufa importantes. Limitar esses gases significa reduzir o impacto no clima. Um dos acordos ap\u00f3s o Protocolo de Montreal, o Acordo de Kigali, limitou as emiss\u00f5es de HFCs (hidrofluorocarbonos) que, se n\u00e3o fossem regulamentadas, teriam levado a um aumento adicional de temperatura de alguns d\u00e9cimos de grau. Isso iria contribuir significativamente para o aquecimento global.<\/p>\n<p>Outra forte liga\u00e7\u00e3o entre o oz\u00f4nio e o clima se deve ao funcionamento do efeito estufa antropog\u00eanico. Um dos efeitos que conhecemos, do aumento dos gases de efeito estufa na atmosfera, \u00e9 o aquecimento em baixa altitude; simultaneamente, verifica-se o resfriamento na estratosfera. Esse \u00e9 um dos diferenciais que nos permitem dizer que a varia\u00e7\u00e3o de temperatura que vemos se deve ao aumento dos gases de efeito estufa. Vemos um aquecimento embaixo e um resfriamento na estratosfera. Esse resfriamento na estratosfera \u00e9 um dos processos que retarda a recupera\u00e7\u00e3o do buraco na camada de oz\u00f4nio, pois se a temperatura na estratosfera diminuir, fica mais f\u00e1cil a forma\u00e7\u00e3o de nuvens e, portanto, que sejam ativados todos aqueles processos de destrui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio que ocorrem na superf\u00edcie das nuvens nas regi\u00f5es polares.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, as conex\u00f5es s\u00e3o m\u00faltiplas, os la\u00e7os s\u00e3o fortes e os processos est\u00e3o fortemente conectados, por isso n\u00e3o podemos olhar para um aspecto e deixar de fora todo o resto. \u00c9 preciso sempre considerar o sistema em sua complexidade, em suas intera\u00e7\u00f5es complicadas e nas poss\u00edveis interfer\u00eancias de um processo em rela\u00e7\u00e3o ao outro.<\/p>\n<p><strong>Professor&#8230; mas h\u00e1 algo que ainda pode ser feito para melhorar a situa\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio e, consequentemente, do clima?<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 muito a ser feito. Existem ainda v\u00e1rios mecanismos a serem compreendidos. Por exemplo, h\u00e1 pouco tempo, gra\u00e7as \u00e0 observa\u00e7\u00e3o da concentra\u00e7\u00e3o de CFC na atmosfera, foi feita a descoberta de que ainda existem fontes ocultas que pens\u00e1vamos que haviam sido eliminadas. Agora, estamos preocupados com todos os CFCs contidos nos antigos sistemas de refrigera\u00e7\u00e3o que foram desativados, que podem voltar a se espalhar na atmosfera, trazendo algum impacto&#8230; Na minha opini\u00e3o, \u00e9 importante continuarmos atentos a essa quest\u00e3o e continuar a estud\u00e1-la. Acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o, n\u00e3o parar de fazer medi\u00e7\u00f5es, entender quais s\u00e3o os processos, qual \u00e9 o impacto que o homem produz com todas as suas atividades.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-31862\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/2016-07-08_installazione_di_spettromentri_tra_le_zanzare-300x196.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"391\" \/><\/p>\n<p><strong>E no cotidiano&#8230; por meio dos nossos comportamentos?<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 alguns anos, pod\u00edamos escolher, por exemplo, uma geladeira ou um ar condicionado do carro privilegiando alguns compostos em detrimento de outros. Agora, a maioria dos compostos n\u00e3o cont\u00e9m mais cloro, ent\u00e3o algumas escolhas foram for\u00e7adas por acordos internacionais. Acredito que uma das coisas que devemos fazer <strong>\u00e9 ter consci\u00eancia de que vivemos em um sistema que \u00e9 extremamente complexo e interconectado e, portanto, ter em mente que as escolhas que fazemos, as iniciativas que tomamos, trazem algumas consequ\u00eancias<\/strong>.<\/p>\n<p>Por conseguinte, devemos manter essa atitude de entender que estamos em um sistema complexo, para o qual <strong>n\u00e3o existem solu\u00e7\u00f5es simples ou respostas simples.<\/strong> Mas cada a\u00e7\u00e3o que fazemos tem seu impacto e, por isso, \u00e9 importante ter uma abordagem mental que nos deixe abertos para dizer: <strong>vamos tentar entender melhor como s\u00e3o as coisas<\/strong>. N\u00e3o nos satisfazer com uma simples descri\u00e7\u00e3o dos fen\u00f4menos. Creio que isso \u00e9 importante para podermos equilibrar nossas escolhas todos os dias. N\u00e3o \u00e9 uma resposta muito pr\u00e1tica, por\u00e9m&#8230;<\/p>\n<p><strong>&#8230; No entanto, d\u00e1 a ideia e d\u00e1 um empurr\u00e3o para n\u00e3o ficarmos satisfeitos com uma simples pesquisa na web, e irmos em profundidade.<\/strong><\/p>\n<p>Isso mesmo, buscar fontes confi\u00e1veis!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u201cDia Internacional de Prote\u00e7\u00e3o \u00e0 Camada de Oz\u00f4nio\u201d \u00e9 comemorado em 16 de setembro. Mas&#8230; o que sabemos sobre esse g\u00e1s? Por que \u00e9 t\u00e3o importante para a vida na Terra? Perguntamos ao Dr. Alcide di Sarra, um cientista italiano que trabalha no Laborat\u00f3rio de Observa\u00e7\u00f5es e Medidas para o Meio Ambiente e o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":67589,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-72437","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Oz\u00f4nio, o g\u00e1s venenoso que permite a vida - United World Project<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Oz\u00f4nio, o g\u00e1s venenoso que permite a vida - United World Project\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O \u201cDia Internacional de Prote\u00e7\u00e3o \u00e0 Camada de Oz\u00f4nio\u201d \u00e9 comemorado em 16 de setembro. Mas&#8230; o que sabemos sobre esse g\u00e1s? Por que \u00e9 t\u00e3o importante para a vida na Terra? Perguntamos ao Dr. Alcide di Sarra, um cientista italiano que trabalha no Laborat\u00f3rio de Observa\u00e7\u00f5es e Medidas para o Meio Ambiente e o [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"United World Project\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2021-09-14T12:36:52+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2025-11-26T14:51:26+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Photo-Pexels-by-Jaymantri.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1920\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"1080\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"anita\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"anita\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"12 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/\",\"url\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/\",\"name\":\"Oz\u00f4nio, o g\u00e1s venenoso que permite a vida - United World Project\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Photo-Pexels-by-Jaymantri.jpg\",\"datePublished\":\"2021-09-14T12:36:52+00:00\",\"dateModified\":\"2025-11-26T14:51:26+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/5e422fc57d77d69e6b4e36ac59a53201\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Photo-Pexels-by-Jaymantri.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Photo-Pexels-by-Jaymantri.jpg\",\"width\":1920,\"height\":1080,\"caption\":\"Photo Pexels by Jaymantri\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Oz\u00f4nio, o g\u00e1s venenoso que permite a vida\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/\",\"name\":\"United World Project\",\"description\":\"Championing fraternity and collaboration worldwide\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/5e422fc57d77d69e6b4e36ac59a53201\",\"name\":\"anita\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6949a15dd913b50588eec00981bd52d8c6ac8351a258558d372496c670e4ff2c?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6949a15dd913b50588eec00981bd52d8c6ac8351a258558d372496c670e4ff2c?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"anita\"},\"url\":\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/author\/anita\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Oz\u00f4nio, o g\u00e1s venenoso que permite a vida - United World Project","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Oz\u00f4nio, o g\u00e1s venenoso que permite a vida - United World Project","og_description":"O \u201cDia Internacional de Prote\u00e7\u00e3o \u00e0 Camada de Oz\u00f4nio\u201d \u00e9 comemorado em 16 de setembro. Mas&#8230; o que sabemos sobre esse g\u00e1s? Por que \u00e9 t\u00e3o importante para a vida na Terra? Perguntamos ao Dr. Alcide di Sarra, um cientista italiano que trabalha no Laborat\u00f3rio de Observa\u00e7\u00f5es e Medidas para o Meio Ambiente e o [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/","og_site_name":"United World Project","article_published_time":"2021-09-14T12:36:52+00:00","article_modified_time":"2025-11-26T14:51:26+00:00","og_image":[{"width":1920,"height":1080,"url":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Photo-Pexels-by-Jaymantri.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"anita","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"anita","Est. tempo de leitura":"12 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/","url":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/","name":"Oz\u00f4nio, o g\u00e1s venenoso que permite a vida - United World Project","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Photo-Pexels-by-Jaymantri.jpg","datePublished":"2021-09-14T12:36:52+00:00","dateModified":"2025-11-26T14:51:26+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/5e422fc57d77d69e6b4e36ac59a53201"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Photo-Pexels-by-Jaymantri.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Photo-Pexels-by-Jaymantri.jpg","width":1920,"height":1080,"caption":"Photo Pexels by Jaymantri"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/ozonio-o-gas-venenoso-que-permite-a-vida\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Oz\u00f4nio, o g\u00e1s venenoso que permite a vida"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#website","url":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/","name":"United World Project","description":"Championing fraternity and collaboration worldwide","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/5e422fc57d77d69e6b4e36ac59a53201","name":"anita","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6949a15dd913b50588eec00981bd52d8c6ac8351a258558d372496c670e4ff2c?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6949a15dd913b50588eec00981bd52d8c6ac8351a258558d372496c670e4ff2c?s=96&d=mm&r=g","caption":"anita"},"url":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/author\/anita\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72437","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=72437"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72437\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":72438,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72437\/revisions\/72438"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/67589"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=72437"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=72437"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=72437"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}