{"id":73071,"date":"2022-10-14T08:23:29","date_gmt":"2022-10-14T06:23:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/economy-work\/escola-unipar-paraguai-um-mundo-de-terra-vermelha-para-compartilhar\/"},"modified":"2025-11-26T16:13:44","modified_gmt":"2025-11-26T15:13:44","slug":"escola-unipar-paraguai-um-mundo-de-terra-vermelha-para-compartilhar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/escola-unipar-paraguai-um-mundo-de-terra-vermelha-para-compartilhar\/","title":{"rendered":"Escola Unipar, Paraguai. Um mundo de terra vermelha para compartilhar"},"content":{"rendered":"<h5>Por Martina Fantini<\/h5>\n<p><em>Voluntariado internacional com a AFN gra\u00e7as \u00e0 plataforma de voluntariado de <a href=\"https:\/\/www.milongaproject.org\/?lang=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Milonga<\/a>. A experi\u00eancia de Martina, italiana. Assim tamb\u00e9m se constr\u00f3i um mundo mais unido!<\/em><\/p>\n<p>Sou Martina, tenho 36 anos e acabei de voltar para a It\u00e1lia depois de uma experi\u00eancia de quase <strong>2 meses de voluntariado no Paraguai<\/strong> (admito que fui olhar no mapa onde ficava exatamente!).<\/p>\n<p>Para mim, decidir partir como volunt\u00e1ria foi como ouvir um chamado. Era um desejo que eu tinha h\u00e1 muito tempo e que pude tornar real.\u00a0<strong>Quando temos Amor no cora\u00e7\u00e3o, creio que \u00e9 sempre bom saber como do\u00e1-lo.<\/strong> Vivi quase dois meses em um mundo de terra vermelha, min\u00fasculo e feito de nada, onde se esconde um mundo infinito feito de tudo.<\/p>\n<p>Senti um calor humano incr\u00edvel. Como <strong>se sentir parte de uma grande fam\u00edlia<\/strong> e fazer parte dela h\u00e1 muito tempo. Nunca esquecerei a do\u00e7ura do abra\u00e7o da Katy, a garota que me hospedou, no dia em que cheguei. Um abra\u00e7o que me fez sentir imediatamente em casa. &#8220;Mi casa es tu casa&#8221;, ela me disse. Com generosidade, fui hospedada por um jovem casal do Bairro, Katy e Miguel, com quem imediatamente ocorreu uma conex\u00e3o profunda e livre. Ter vivido com eles, cercado pelas fam\u00edlias do Bairro (cerca de 50!), pelas crian\u00e7as, pelo contexto real e dif\u00edcil em que me encontrei, fez toda a diferen\u00e7a.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-39315\" style=\"font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Paraguay_2.png\" alt=\"\" width=\"973\" height=\"541\" \/><\/p>\n<p>Parti de casa com uma mala de curiosidade, gentileza e com o cora\u00e7\u00e3o aberto para criar uma troca de bens, sem expectativas; e <strong>voltei para casa com uma Bagagem de Vida<\/strong>. Como um pintor que pinta um quadro \u00e0 m\u00e3o livre em uma tela completamente branca. Com uma paleta e pinc\u00e9is, dia ap\u00f3s dia, comecei a dar forma \u00e0 pintura, na qual as cores eram os olhares, os sorrisos, a generosidade, as dificuldades, a simplicidade, os abra\u00e7os, o entusiasmo, o acolhimento, a dignidade, a gratid\u00e3o, a pobreza, a singularidade e a admira\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as e de todas as pessoas que conheci.<\/p>\n<p>O projeto do qual tive a honra de fazer parte funciona no contexto escolar<strong>. A <\/strong><strong>escola<\/strong> <strong>Unipar, no pequeno bairro de San Miguel de Capiat\u00e0<\/strong>, conta com cerca de <strong>65 crian\u00e7as de 4 a 7 anos<\/strong> (num total de 4 turmas!). O nome da escola cont\u00e9m em si todo o seu valor e significado: Unipar, Unidade e Participa\u00e7\u00e3o. As atividades referem-se ao apoio escolar, ao fornecimento de ao menos uma merenda di\u00e1ria para fortalecer as capacidades cognitivas de cada crian\u00e7a e uma dedica\u00e7\u00e3o ilimitada por parte das professoras Nancy, Lety, Francisca, Gabriela e a diretora Yamile (al\u00e9m de todas as outras pessoas, volunt\u00e1rias ou n\u00e3o, que fazem parte dela!).<\/p>\n<p>&#8220;<strong>Aprender Jogando<\/strong>&#8221; \u00e9 o m\u00e9todo que essa escola usa. Eu imediatamente fiquei fascinada e me empolguei em criar minhas aulas. A \u00fanica italiana, a \u00fanica volunt\u00e1ria, com a dificuldade da l\u00edngua (viajei conhecendo um punhado de palavras em espanhol), tendo outra profiss\u00e3o na vida (sou agente de viagens), em outro contexto, realidade, desconfortos, condi\u00e7\u00f5es, costumes&#8230; para mim foi um bom teste. \u00a0Eu era a &#8220;Prof Martina&#8221;, a prof da gin\u00e1stica e ingl\u00eas.<\/p>\n<p>Com a diretora da escola, encontrei &#8220;espa\u00e7o, forma e cor&#8221; no projeto. Tudo aconteceu com extrema naturalidade, como seguir um fluxo e estar ali plenamente.\u00a0<strong>Eu me senti \u00e0 vontade, livre para me expressar 100%, para ser eu.<\/strong> Todos os dias, eu me dedicava a pensar e criar uma aula espec\u00edfica para a turma com base na idade, a fim de que fosse nova e estimulante para as crian\u00e7as, traduzindo-a do italiano para o espanhol (sempre carregando um caderno de anota\u00e7\u00f5es comigo) e utilizando ideias e materiais que encontrei observando ao meu redor. Eles tiveram a habilidade de fazer com que me sentisse &#8220;eu&#8221; do outro lado do mundo e, talvez, trazer \u00e0 tona uma das minhas melhores vers\u00f5es.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-39320\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Paraguay_3.png\" alt=\"\" width=\"973\" height=\"727\" \/><\/p>\n<p>Com os pequenos, eu criava aulas que visavam a estimular a curiosidade, a imagina\u00e7\u00e3o, todos os sentidos (olfato, tato, audi\u00e7\u00e3o), al\u00e9m de envolv\u00ea-los ativamente. Com os maiores, gin\u00e1stica para coordena\u00e7\u00e3o, esp\u00edrito de equipe, colabora\u00e7\u00e3o, coopera\u00e7\u00e3o, tudo combinado com aulas de ingl\u00eas e geografia (ao menos para faz\u00ea-los entender de onde eu vinha). E quando as crian\u00e7as me perguntavam: &#8220;Prof Martina, quando teremos aula juntos?&#8221;, &#8220;Prof Martina, se hoje voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 com o seu caderno significa que n\u00e3o faremos gin\u00e1stica?&#8221;, &#8220;Prof Martina, pode se sentar ao meu lado na aula?&#8221;, &#8220;Prof Martina, voc\u00ea n\u00e3o tem um lanche? Eu te dou um peda\u00e7o do meu&#8221;, &#8220;Prof Martina, obrigado por todo o amor que voc\u00ea nos deu&#8221;&#8230; <strong>\u00a0Eles fizeram com que eu me sentisse viva<\/strong>.<\/p>\n<p>Al\u00e9m desse projeto em que estava engajada \u00e0 tarde, acompanhei outro pela manh\u00e3, que surgiu diretamente no local e do qual imediatamente me senti parte ativa. Uma experi\u00eancia forte e verdadeira que me colocou diante da realidade &#8220;nua e crua&#8221; em um contexto de grandes contradi\u00e7\u00f5es numa rela\u00e7\u00e3o aut\u00eantica e humana frente a frente com uma adolescente esquecida do Bairro. &#8220;A que horas nos veremos amanh\u00e3 Prof, \u00e0s 6 da manh\u00e3?&#8221; &#8221; Prof Martina, posso ir \u00e0 It\u00e1lia com voc\u00ea?&#8221;; ou quando ela me via chegando e corria para me encontrar e me abra\u00e7ar. Era eu e ela, em nossas manh\u00e3s a serem &#8220;compartilhadas&#8221;. Isso me fez refletir sobre o valor, a singularidade, a dignidade e a igualdade de cada ser humano e como, mesmo um pequeno &#8220;ladrillo&#8221; (tijolo), pode <strong>fazer a diferen\u00e7a na vida de uma crian\u00e7a<\/strong>.<\/p>\n<p>Durante alguns fins de semana, nos dias em que eu tinha tempo livre, pela minha &#8220;deforma\u00e7\u00e3o profissional&#8221; e natureza curiosa, explorei o entorno utilizando o transporte p\u00fablico (verdadeiras aventuras com o &#8220;Colectivo&#8221;, \u00f4nibus sem paradas fixas e sem hor\u00e1rio), visitei as cidades, comi com a popula\u00e7\u00e3o local nos mercados, fazendo pequenas compras em lojas de artesanato, esgueirando-me nas &#8220;f\u00e1bricas&#8221; e nas realidades locais, tendo assim a oportunidade <strong>\u00a0de uma vis\u00e3o mais ampla n\u00e3o s\u00f3 do projeto, mas do pr\u00f3prio pa\u00eds.<\/strong> \u00a0Observar (e n\u00e3o simplesmente olhar) me permitiu contextualizar e conhecer ainda melhor o ambiente em que estava e trabalhava. &#8220;O Paraguai \u00e9 improvisa\u00e7\u00e3o, e cada dia \u00e9 uma aventura&#8221;, disse Miguel. E eu, com um sorriso no rosto e uma risada, sempre respondia &#8220;\u00c9, notei isso&#8221;.<\/p>\n<p>Meus dias eram dias de vida, eu n\u00e3o os transcorria, eu os vivia plenamente no presente. Do Paraguai, que da l\u00edngua paraguaia guarani significa &#8220;Oceano que vai em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1gua&#8221;, eu levo para casa&#8230; <strong>enriquecimento e evolu\u00e7\u00e3o interior<\/strong>; o conhecimento de novas pessoas, culturas, tradi\u00e7\u00f5es, contextos geogr\u00e1ficos; o valor do tempo e da espera; o calor humano; saber confiar; improvisa\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o programa\u00e7\u00e3o; admira\u00e7\u00e3o; viver o desconhecido com curiosidade, e n\u00e3o com medo; gratid\u00e3o di\u00e1ria; f\u00e9; valor humano, e n\u00e3o material; dar nova vida, reciclando; o senso de comunidade; quanto podemos dar e receber em uma troca de bens; estar l\u00e1 por prazer, e n\u00e3o pelo dever; a descoberta de que minha maneira de encarar a vida cotidiana \u00e9 apenas uma das muitas maneiras poss\u00edveis; ver novas perspectivas; seguir o curso do sol, o ritmo e a vivacidade da natureza; reconhecer a singularidade e o valor do que acontece no dia, sem a necessidade de preench\u00ea-lo com atividades programadas; a consci\u00eancia das minhas capacidades de adapta\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7a no enfrentamento de novas situa\u00e7\u00f5es; como os momentos dif\u00edceis foram recompensados at\u00e9 mesmo pela satisfa\u00e7\u00e3o de t\u00ea-los superado; um eu\u201d em uma nova roupagem; viver e estar plenamente no presente, e n\u00e3o em proje\u00e7\u00f5es futuras; desconex\u00e3o do mundo digital; saber como dedicar momentos de partilha aut\u00eantica com uma escuta interessada; colher a ess\u00eancia dos lugares e das pessoas e saber como torn\u00e1-la minha; a liberdade de ser eu.<\/p>\n<p>Lembro-me todos os dias desses dois meses. Parecia que eu tinha estado longe de casa por um ano inteiro. N\u00e3o foi s\u00f3 uma experi\u00eancia, foi um peda\u00e7o de vida. No dia em que tive que retornar para a It\u00e1lia, eu me perguntei como iria fazer sem as crian\u00e7as, os professores, minha fam\u00edlia paraguaia, o povo do Bairro. Ent\u00e3o percebi que <strong>uma riqueza nunca ser\u00e1 uma falta.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Martina Fantini Voluntariado internacional com a AFN gra\u00e7as \u00e0 plataforma de voluntariado de Milonga. A experi\u00eancia de Martina, italiana. Assim tamb\u00e9m se constr\u00f3i um mundo mais unido! 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