{"id":73377,"date":"2023-03-22T09:38:34","date_gmt":"2023-03-22T08:38:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/economy-work\/areas-marinhas-protegidas-em-aguas-internacionais\/"},"modified":"2025-11-26T16:16:29","modified_gmt":"2025-11-26T15:16:29","slug":"areas-marinhas-protegidas-em-aguas-internacionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/areas-marinhas-protegidas-em-aguas-internacionais\/","title":{"rendered":"\u00c1reas marinhas protegidas em \u00e1guas internacionais"},"content":{"rendered":"<h5><strong>FONTE:\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/www.cittanuova.it\/fonte\/citta-nuova\/\"><strong>CITT\u00c0 NUOVA<\/strong><\/a><strong> &#8211; Por Pasquale Pellegrini<br \/>\n<\/strong><\/h5>\n<p><em>O acordo hist\u00f3rico das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre os oceanos \u00e9 um passo adiante para a humanidade e para a prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente<\/em><\/p>\n<p><strong>A not\u00edcia \u00e9 boa, mas podem tornar-se \u00f3tima <\/strong>se os Estados ratificarem rapidamente os compromissos assinados. O High Seas Treaty (Tratado do Alto Mar), <strong>acordo sobre a prote\u00e7\u00e3o do <\/strong><strong>alto mar<\/strong> efetivado pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas em 4 de mar\u00e7o, \u00e9 um passo importante para a prote\u00e7\u00e3o dos oceanos, especialmente daquelas \u00e1reas nas quais todos podem exercer o direito de explora\u00e7\u00e3o sem qualquer limite.<\/p>\n<p>O Tratado prev\u00ea que, at\u00e9 2030, <strong>30% dos mares<\/strong> para al\u00e9m da Zona econ\u00f4mica exclusiva, geralmente depois das 200 milhas n\u00e1uticas, estar\u00e3o sujeitos a um regime de <strong>prote\u00e7\u00e3o jur\u00eddica especial<\/strong>, <strong>a <\/strong><strong>fim de garantir a biodiversidade e a integridade dos ecossistemas marinhos<\/strong>. O resultado \u00e9 considerado hist\u00f3rico para aqueles que h\u00e1 muito lutam pela prote\u00e7\u00e3o do Alto Mar. Entre eles est\u00e3o muitas associa\u00e7\u00f5es ambientais.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s cerca de vinte anos de negocia\u00e7\u00f5es e uma tratativa intensa de 38 horas, desta vez o resultado foi alcan\u00e7ado, gra\u00e7as sobretudo \u00e0 <strong>High Ambition Coalition<\/strong>, composta pela Uni\u00e3o Europeia, Estados Unidos, China e Reino Unido. Ainda h\u00e1 passos a serem dados. Primeiro a ado\u00e7\u00e3o formal do acordo, depois a ratifica\u00e7\u00e3o por parte das na\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ao preencher algumas lacunas no direito internacional, o tratado abre caminho para um processo real de prote\u00e7\u00e3o dos oceanos com a cria\u00e7\u00e3o de <strong>\u00e1reas marinhas protegidas em \u00e1guas internacionais<\/strong>. O resultado refor\u00e7a, de fato, os compromissos assumidos em dezembro passado em Montreal, durante a d\u00e9cima quinta edi\u00e7\u00e3o da <strong>Confer\u00eancia sobre Biodiversidade<\/strong>.<\/p>\n<p>Naquela ocasi\u00e3o, as na\u00e7\u00f5es concordaram com um pacote de medidas para a \u201cconserva\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o eficazes de ao menos <strong>30% das terras emersas, das \u00e1guas interiores, das \u00e1reas costeiras<\/strong> <strong>e dos <\/strong><strong>oceanos do mundo<\/strong>, com especial aten\u00e7\u00e3o para \u00e1reas de particular import\u00e2ncia para a biodiversidade e o funcionamento e servi\u00e7os dos ecossistemas\u201d.<\/p>\n<p>Especificamente, o acordo sobre os oceanos visa a promover <strong>a reabilita\u00e7\u00e3o de<\/strong> <strong>esp\u00e9cies marinhas em risco<\/strong> com limites \u00e0 pesca, \u00e0s \u00e1reas transit\u00e1veis por navios, \u00e0s atividades de explora\u00e7\u00e3o e extra\u00e7\u00e3o de minerais do fundo do mar, bem como a fixa\u00e7\u00e3o de uma <strong>confer\u00eancia peri\u00f3dica<\/strong> para resolver as quest\u00f5es mais espinhosas.<\/p>\n<p>Um dos pontos mais debatidos tem sido a partilha equitativa dos benef\u00edcios decorrentes dos <strong>recursos gen\u00e9ticos marinhos,<\/strong> fundamentais para a produ\u00e7\u00e3o de medicamentos e alimentos. Embora n\u00e3o tenham as mesmas capacidades tecnol\u00f3gicas e cient\u00edficas, <strong>todos os pa\u00edses devem poder desfrutar da riqueza dos oceanos<\/strong> e contribuir para a sua prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Algumas quest\u00f5es, no entanto, permaneceram <strong>sem solu\u00e7\u00e3o<\/strong>. Discute-se, por exemplo, se a prote\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea deve ser integral ou se o princ\u00edpio da sustentabilidade deve ser aplicado. Tamb\u00e9m deve ser levado em conta que a vida marinha n\u00e3o reconhece a artificialidade dos per\u00edmetros impostos pelo homem, as \u00e1reas devem, portanto, ser <strong>coordenadas<\/strong> entre si.<\/p>\n<p>Apesar de tudo, o novo Tratado prev\u00ea <strong>instrumentos jur\u00eddicos mais vinculativos<\/strong>. Ser\u00e3o necess\u00e1rias avalia\u00e7\u00f5es ambientais mais abrangentes antes de autorizar atividades humanas capazes de alterar os ecossistemas marinhos. Os interesses em jogo s\u00e3o elevados.\u00a0<strong>A imensa riqueza mineral<\/strong> oferecida pelo fundo do mar al\u00e9m dos limites das jurisdi\u00e7\u00f5es nacionais \u00e9 tentadora para muitos, para os quais s\u00e3o necess\u00e1rios limites rigorosos.<\/p>\n<p>A explora\u00e7\u00e3o n\u00e3o regulamentada e descontrolada dos recursos marinhos realmente <strong>esgotou<\/strong> os oceanos de forma muito significativa. De acordo com a Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza, das 230.000 esp\u00e9cies marinhas listadas 10% est\u00e3o em risco de extin\u00e7\u00e3o. Especificamente, 15% do recife de coral, 90% dos tubar\u00f5es e raias, 67% dos peixes, 11% dos mariscos e 0,1% das algas verdes. N\u00e3o se trata apenas de uma perda de biodiversidade, mas dos servi\u00e7os que os ecossistemas produzem.<\/p>\n<p><strong>50% do oxig\u00eanio dispon\u00edvel para os seres humanos vem dos oceanos<\/strong>, onde reside 95% da biosfera do planeta. Os oceanos tamb\u00e9m absorvem quantidades consider\u00e1veis de di\u00f3xido de carbono, raz\u00e3o pela qual as \u00e1guas est\u00e3o cada vez mais \u00e1cidas.<\/p>\n<p>Apenas quarenta anos ap\u00f3s a Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Direito do Mar, assinada em Montego Bay, em 10 de dezembro de 1982, temas como a <em>sobrepesca<\/em> ou <strong>a polui\u00e7\u00e3o marinha causada pelo transporte mar\u00edtimo<\/strong> t\u00eam um quadro jur\u00eddico no qual podem ser abordados de forma eficaz. Se em 1982 a Conven\u00e7\u00e3o podia ser considerada uma grande conquista, hoje os seus limites s\u00e3o \u00f3bvios.<\/p>\n<p><strong>As tecnologias e os m\u00e9todos de pesca mudaram<\/strong>, houve um aumento do transporte mar\u00edtimo com graves repercuss\u00f5es no ambiente oce\u00e2nico. Uma invers\u00e3o de rota \u00e9, portanto, indispens\u00e1vel para o bem da humanidade.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-42140\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Foto-de-Belle-Co_Pexels.jpg\" alt=\"\" width=\"1600\" height=\"1200\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>FONTE:\u00a0CITT\u00c0 NUOVA &#8211; Por Pasquale Pellegrini O acordo hist\u00f3rico das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre os oceanos \u00e9 um passo adiante para a humanidade e para a prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente A not\u00edcia \u00e9 boa, mas podem tornar-se \u00f3tima se os Estados ratificarem rapidamente os compromissos assinados. 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