{"id":73992,"date":"2024-08-10T06:00:27","date_gmt":"2024-08-10T04:00:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/economy-work\/somos-filhos-das-estrelas-entrevista-com-stefano-giovanardi\/"},"modified":"2025-11-26T16:22:54","modified_gmt":"2025-11-26T15:22:54","slug":"somos-filhos-das-estrelas-entrevista-com-stefano-giovanardi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/somos-filhos-das-estrelas-entrevista-com-stefano-giovanardi\/","title":{"rendered":"\u201cSomos filhos das estrelas\u201d | Entrevista com Stefano Giovanardi"},"content":{"rendered":"<p><em>\u201cFicamos olhando para o c\u00e9u\u201d, assim se diz da noite de 10 para 11 de agosto, a \u201cnoite das estrelas\u201d: todos n\u00f3s ficamos olhando para elas, alheios e fascinados por uma mensagem ainda a ser descoberta. S\u00e3o as palavras de Stefano Giovanardi.<\/em><\/p>\n<p>A noite entre 10 e 11 de agosto \u00e9 a \u201cnoite de S\u00e3o Loren\u00e7o\u201d, durante a qual, de acordo com uma tradi\u00e7\u00e3o antiga, as estrelas cadentes s\u00e3o mais vis\u00edveis ao olho humano e s\u00e3o muitas, numerosas realmente. Agora, se 10 ou 11 de agosto, ou outra data, \u00e9 a certa para admirar as estrelas pouco importa para n\u00f3s, mas importa que essa seja uma oportunidade para um di\u00e1logo com Stefano Giovanardi, astr\u00f4nomo e diretor cient\u00edfico do Planet\u00e1rio e Museu Astron\u00f4mico de Roma.<\/p>\n<figure id=\"attachment_53187\" aria-describedby=\"caption-attachment-53187\" style=\"width: 1600px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-53187\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Stefano-Giovanardi.jpeg\" alt=\"Stefano Giovanardi\" width=\"1600\" height=\"1048\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-53187\" class=\"wp-caption-text\">Stefano Giovanardi<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u00c9 um modo para nos lembrarmos facilmente que n\u00f3s somos feitos de estrelas. Stefano sabe bem disso, depois de anos de estudos, que come\u00e7aram com um simples livro que lhe foi dado de presente por um tio. Isso fez desencadear nele essa paix\u00e3o que, h\u00e1 exatamente 30 anos, em agosto de 1994, levou-o a descobrir um novo asteroide, com Maura Tombelli, talvez a maior astr\u00f4noma amadora italiana, e Andrea Boattini, outro astr\u00f4nomo: \u00abUma grande emo\u00e7\u00e3o que o c\u00e9u me presenteou: era um pequeno planeta, daqueles chamados <em>near earth<\/em> (\u201cpr\u00f3ximos da Terra\u201d), que disparam perto do nosso planeta e talvez de vez em quando at\u00e9 o atinjam. Percebemos que talvez estivesse em nossas m\u00e3os algo interessante, grande, e continuamos a seguir esse pontinho durante toda a noite. Mas s\u00f3 no dia seguinte, tendo transmitido os dados para o <a href=\"https:\/\/www.minorplanetcenter.net\/iau\/mpc.html\">Minor Planet Center<\/a>, tivemos a confirma\u00e7\u00e3o de que era um novo asteroide que hoje \u00e9 dedicado a <a href=\"https:\/\/it.wikipedia.org\/wiki\/Luciano_Tesi\">Luciano Tesi<\/a>\u00bb.<\/p>\n<p><strong>Existem ditados como \u201cvoc\u00ea \u00e9 um homem entre as nuvens\u201d, ou \u201cvoc\u00ea tem a cabe\u00e7a nas nuvens\u201d, que indicam um modo de vida um pouco distante da realidade. Mas esse \u00e9 realmente o caso ou h\u00e1 algo mais?<\/strong><\/p>\n<p>\u00abEstudar as estrelas pode parecer uma atividade que nos leva a fugir da realidade, da vida cotidiana, e a lidar apenas com coisas muito distantes que nada t\u00eam a ver com o nosso cotidiano na Terra. Mas existe um valor social da astronomia, porque se voc\u00ea pensar sobre isso, mesmo do ponto de vista hist\u00f3rico, a astronomia permeia nossa cultura de v\u00e1rias maneiras. Existem ditados, como voc\u00ea mencionou, que se referem \u00e0s estrelas quase como um lugar-comum e, se for um lugar-comum, significa que \u00e9 compartilhado. Al\u00e9m de tudo isso, os conte\u00fados da ci\u00eancia astron\u00f4mica, portanto daquilo que \u00e9 estudado pela observa\u00e7\u00e3o do c\u00e9u e dos fen\u00f4menos celestes, muitas vezes nos trazem de volta \u00e0 Terra para ver o que acontece aqui em nosso planeta de uma perspectiva diferente e, na minha opini\u00e3o, isso tem um valor incr\u00edvel. Enquanto nos encontramos imersos em atividades di\u00e1rias, neg\u00f3cios e rixas em nossa vida cotidiana, \u00e9 dif\u00edcil para n\u00f3s termos um julgamento objetivo sobre nossos comportamentos, at\u00e9 mesmo em quest\u00f5es de justi\u00e7a social, pol\u00edtica, \u00e9tica.<\/p>\n<p>Gostaria de dar um exemplo, sobretudo porque estamos no meio de uma crise clim\u00e1tica potencialmente devastadora, contra a qual ainda n\u00e3o mobilizamos os nossos melhores recursos. Se olharmos para o nosso comportamento na Terra, para o nosso impacto ambiental, l\u00e1 do espa\u00e7o \u00e9 vis\u00edvel, basta perguntar aos astronautas que est\u00e3o na esta\u00e7\u00e3o espacial como eles veem bem, por exemplo, a m\u00e3o do homem na natureza pela fuma\u00e7a dos inc\u00eandios na Amaz\u00f4nia, no Canad\u00e1, na Austr\u00e1lia e muitas outras devasta\u00e7\u00f5es ambientais, que n\u00e3o s\u00e3o apenas fen\u00f4menos meteorol\u00f3gicos ou fen\u00f4menos que infelizmente ocorrem, pois nos \u00faltimos anos est\u00e3o acontecendo com uma frequ\u00eancia e uma intensidade crescentes, devido justamente ao impacto humano no meio ambiente. Ent\u00e3o, olhar as coisas de longe, ter a cabe\u00e7a entre as estrelas, serve para encontrar um foco diferente da realidade. A crise clim\u00e1tica afeta a todos n\u00f3s e, em um momento no qual essa emerg\u00eancia \u00e9 compartilhada e percebida, tamb\u00e9m pode se tornar um grande elemento de agrega\u00e7\u00e3o social para enfrent\u00e1-la. Agora estamos falhando completamente no que diz respeito \u00e0 trajet\u00f3ria da humanidade para a sobreviv\u00eancia, porque agimos de forma extremamente dividida.\u00bb<\/p>\n<p><strong>Franco Malerba, o primeiro astronauta italiano a entrar em \u00f3rbita, diz que ver as coisas do espa\u00e7o leva voc\u00ea a entender que estamos mais ligados na Terra do que n\u00f3s mesmos pensamos. Voc\u00ea acha que isso \u00e9 verdade? As estrelas nos ajudam a entender o v\u00ednculo entre as pessoas, entre os seres humanos?<\/strong><\/p>\n<p>\u00abOlhar para a Terra do espa\u00e7o \u00e9 certamente uma daquelas experi\u00eancias que podem mudar radicalmente as emo\u00e7\u00f5es, as percep\u00e7\u00f5es e talvez at\u00e9 a vida de uma pessoa. Todos os astronautas que retornaram de suas miss\u00f5es espaciais contaram hist\u00f3rias de sua experi\u00eancia de ver a Terra do alto. Penso em Yuri Gagarin, o primeiro que teve essa possibilidade incr\u00edvel de ver a Terra l\u00e1 de cima; a primeira coisa que ele disse \u00e9 que voc\u00ea n\u00e3o pode ver as fronteiras. Por exemplo, se falamos em repensar as rela\u00e7\u00f5es humanas, essa observa\u00e7\u00e3o \u00e9 muito forte! Voc\u00ea pode ver tudo da Terra, mas n\u00e3o as fronteiras, que s\u00e3o um artif\u00edcio humano, um dos mais estranhos se pensarmos bem, porque parece que n\u00e3o podemos viver sem ter algo ao nosso redor, uma cerca ao nosso redor que diz \u201cisso \u00e9 meu, isso \u00e9 seu, aqui estou eu, aqui est\u00e1 voc\u00ea\u201d, e talvez at\u00e9 fa\u00e7amos guerras por essas fronteiras, para defend\u00ea-las, para n\u00e3o permitir que ningu\u00e9m as ultrapasse. Se pensarmos bem, elas s\u00e3o algo que n\u00e3o existe, e n\u00f3s fazemos guerras por coisas que n\u00e3o existem.\u00bb<\/p>\n<p><strong>\u00c9 importante agradecer \u00e0s estrelas? Como voc\u00ea recomendaria viver estes dias&#8230; Em busca das estrelas? <\/strong><\/p>\n<p>\u00ab\u00c9 importante agradecer \u00e0s estrelas; e \u00e9 um agradecimento que pode ser feito de formas diferentes, pois elas nos d\u00e3o todas as noites a chance de nos surpreendermos com algo que vemos no c\u00e9u, que encanta pelo simples fato de estar l\u00e1, mesmo que n\u00e3o saibamos o que \u00e9 aquela luz bonita ou colorida que se move; mas, em um n\u00edvel mais profundo, \u00e9 preciso agradecer \u00e0s estrelas porque, no final do dia, elas nos permitem estar aqui. Os elementos qu\u00edmicos que literalmente encontramos em n\u00f3s, nos tecidos do nosso corpo, realmente v\u00eam das estrelas: o c\u00e1lcio que torna nossos ossos r\u00edgidos, por exemplo, foi criado por explos\u00f5es de <a href=\"https:\/\/www.lngs.infn.it\/it\/supernovae\">Supernovas<\/a>. O ferro da hemoglobina no sangue \u00e9 um presente das <a href=\"https:\/\/www.lngs.infn.it\/it\/supernovae\">Supernovas<\/a>; e o f\u00f3sforo do nosso DNA vem das Supernovas, de estrelas que explodiram e que, ao explodir, disseminaram no espa\u00e7o todos esses elementos qu\u00edmicos criados por suas rea\u00e7\u00f5es nucleares, tornando-os dispon\u00edveis generosamente para tudo o que veio depois naquele espa\u00e7o,\u00a0 inclusive n\u00f3s. Ent\u00e3o, quando olhamos para as estrelas e nos encantamos com a luz delas, estamos literalmente nos despedindo de nossos pais do ponto de vista astron\u00f4mico. E \u00e9 realmente como se essas estrelas nos dissessem: \u201cOlhe, salvar a terra depende de voc\u00ea, de voc\u00ea, tamb\u00e9m de voc\u00ea, e eu digo isso porque sou seu pai, sua m\u00e3e\u201d. Olhamos muito pouco para as estrelas em nosso dia a dia e, no entanto, por tudo o que dissemos, elas s\u00e3o uma refer\u00eancia constante para nos inspirarmos, n\u00e3o para escapar, mas para ir al\u00e9m da perspectiva e refletir de forma diferente sobre nossa maneira de estar no mundo. Ent\u00e3o, olhem para as estrelas, aproveitem a luz delas, porque elas realmente t\u00eam muito a nos revelar\u00bb.<\/p>\n<p><div class=\"cookieconsent-optout-marketing\">\n                        <a href=\"javascript:Cookiebot.renew()\" style=\"background: url(https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/plugins\/yt-placeholder-cookiebot\/assets\/placeholder.jpg) no-repeat center center \/ cover; aspect-ratio: 1 \/ 0.48; width: 100%; display: block; margin: 20px 0; position: relative; background-size: cover; background-position: center;\">\n                            <span style=\"position: absolute; bottom: 20px; width: 100%; padding: 0 5%; text-align: center; box-sizing: border-box;\">Para visualizar este v\u00eddeo, \u00e9 necess\u00e1rio ativar todos os cookies<\/span>\n                        <\/a>\n                   <\/div><iframe loading=\"lazy\" title=\"&quot;Siamo figli delle stelle&quot; | Intervista con Stefano Giovanardi\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gZSPU4uT6gE\" width=\"1280\" height=\"720\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cFicamos olhando para o c\u00e9u\u201d, assim se diz da noite de 10 para 11 de agosto, a \u201cnoite das estrelas\u201d: todos n\u00f3s ficamos olhando para elas, alheios e fascinados por uma mensagem ainda a ser descoberta. 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