{"id":74366,"date":"2025-05-30T20:43:09","date_gmt":"2025-05-30T18:43:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/economy-work\/quando-a-tv-se-preocupa-com-o-planeta-entrevista-com-olivella-foresta\/"},"modified":"2025-11-26T16:26:07","modified_gmt":"2025-11-26T15:26:07","slug":"quando-a-tv-se-preocupa-com-o-planeta-entrevista-com-olivella-foresta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/pt-br\/economia-trabalho\/quando-a-tv-se-preocupa-com-o-planeta-entrevista-com-olivella-foresta\/","title":{"rendered":"Quando a TV se preocupa com o planeta \u2013 Entrevista com Olivella Foresta"},"content":{"rendered":"<p><em>Documentarista de profiss\u00e3o, ela traz para a TV uma ecologia realista, pr\u00f3xima e cheia de esperan\u00e7a<\/em><\/p>\n<p><strong>Olivella Foresta \u00e9 uma documentarista experiente<\/strong>. Ela colaborou com gigantes, como Piero Angela (Superquark) e, durante um est\u00e1gio, com David Attemborough. Mas tamb\u00e9m com Vandana Shiva, ativista e ambientalista indiana, que luta para mudar as pr\u00e1ticas na agricultura e na alimenta\u00e7\u00e3o, especialmente contra a monocultura.<\/p>\n<p>O trabalho de Olivella Foresta come\u00e7ou na Inglaterra, onde trabalhou por anos na TV, mas a sua longa experi\u00eancia <strong>est\u00e1 ligada principalmente a um programa hist\u00f3rico da Rai (na It\u00e1lia) dedicado ao meio ambiente: Geo.<\/strong> Aqui ela realizou muitos document\u00e1rios, e o seu testemunho nos ajuda a entender que a m\u00eddia, em particular a TV, pode falar de forma construtiva sobre ecologia. Por isso n\u00f3s a conhecemos e partimos de um trabalho recente e paradigm\u00e1tico dela, do qual ela se encarregou do texto, da edi\u00e7\u00e3o e da dire\u00e7\u00e3o, com Diego D\u2019Innocenzo. \u00c9 intitulado <strong><em>O Lago das Maravilhas <\/em><\/strong>e foi filmado no Lago Chilika, na Ba\u00eda de Bengala, na \u00cdndia.<\/p>\n<h3><strong>Olivella, do que se trata? <\/strong><\/h3>\n<p>Muitas vezes ouvimos que a \u00cdndia produz polui\u00e7\u00e3o, mas h\u00e1 sensibilidades locais como em todos os lugares. Esse projeto existe h\u00e1 anos, gra\u00e7as ao Estado de Odessa, em uma regi\u00e3o pobre que \u00e9 o destino das aves migrat\u00f3rias. Aqui, a principal atividade \u00e9 a pesca, mas na esta\u00e7\u00e3o das mon\u00e7\u00f5es \u00e9 dif\u00edcil pescar. Ent\u00e3o, a ca\u00e7a de aves migrat\u00f3rias se desenvolveu. A ideia era acabar com essa atividade ilegal empregando pessoas como guardi\u00e3s do patrim\u00f4nio: pescadores quando poss\u00edvel, guardas florestais em outros momentos. Uma reserva total n\u00e3o p\u00f4de ser criada, precisava deixar per\u00edodos para a pesca inteligente<strong>. Agora, visitantes de toda a \u00cdndia e do exterior est\u00e3o vindo a esse parque. Quando as aves migrat\u00f3rias chegam, ent\u00e3o, os cientistas tamb\u00e9m chegam.<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_58133\" aria-describedby=\"caption-attachment-58133\" style=\"width: 1600px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-58133\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Kenya-Lago-Turkana-noi-al-lavoro.jpg\" alt=\"Lago Turkana, Qu\u00eania - Foto de O. Foresta\" width=\"1600\" height=\"1200\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-58133\" class=\"wp-caption-text\">Lago Turkana, Qu\u00eania &#8211; Foto de O. Foresta<\/figcaption><\/figure>\n<h3><strong>Uma hist\u00f3ria positiva<\/strong><\/h3>\n<p>Sobre o compromisso ecol\u00f3gico n\u00e3o em palavras, mas em gestos. <strong>Os projetos ecol\u00f3gicos funcionam quando est\u00e3o harmonizados com outras necessidades humanas<\/strong>, quando a sensibilidade ao meio ambiente est\u00e1 ligada \u00e0s necessidades das pessoas. N\u00e3o se pode dizer \u00e0s pessoas para n\u00e3o comerem mais. \u00c9 o verde sustent\u00e1vel que se torna um c\u00edrculo virtuoso sem a demoniza\u00e7\u00e3o das exig\u00eancias humanas.<\/p>\n<h3><strong>Esse tipo de trabalho tamb\u00e9m pertence ao Geo?<\/strong><\/h3>\n<p>Esses elementos s\u00e3o fundamentais na linha editorial do Geo, que prefere a pr\u00e1tica \u00e0 teoria e n\u00e3o gosta de prega\u00e7\u00f5es, do extremo ou do ut\u00f3pico. <strong>Procura falar sobre como a rela\u00e7\u00e3o com o meio ambiente pode melhorar com exemplos positivos, mas sustent\u00e1veis, com os quais os espectadores podem se identificar para tomar medidas concretas. <\/strong>Encaramos a sustentabilidade de hoje, para criar sensibilidade em rela\u00e7\u00e3o ao meio ambiente. O Geo est\u00e1 atento \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o das ra\u00edzes na transi\u00e7\u00e3o geracional, ao retorno dos jovens \u00e0 terra dos av\u00f3s, \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio. Mais do que na velocidade e na radicalidade da mudan\u00e7a, pensamos no equil\u00edbrio entre otimiza\u00e7\u00e3o e respeito.<\/p>\n<h3><strong>Voc\u00ea pode dar alguns exemplos?<\/strong><\/h3>\n<p>Estamos editando document\u00e1rios filmados em Val Maira: um vale acima de Cuneo, onde as pessoas escolheram um programa respeitoso, sem instala\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas intrusivas. <strong>A lentid\u00e3o foi adotada e os jovens voltaram<\/strong>, colocando de volta \u00e0 atividade o trabalho dos pais e dos av\u00f3s, com as tecnologias e a prepara\u00e7\u00e3o modernas.<\/p>\n<h3><strong>Podemos dizer que o p\u00fablico do Geo reflete a sociedade?<\/strong><\/h3>\n<p>Geo fala com a crian\u00e7a e com o adulto. \u00c9 transmitido em um determinado hor\u00e1rio em que os av\u00f3s est\u00e3o cuidando dos netos e, portanto<strong>, a mensagem deve ser transmitida com simplicidade, aten\u00e7\u00e3o e delicadeza, porque h\u00e1 menores de idade e porque muitas vezes os idosos t\u00eam o territ\u00f3rio em sua bagagem cultural e em seu cora\u00e7\u00e3o. <\/strong>Eles podem ter trabalhado diretamente, possuem o conhecimento adquirido mediante o contato. Voc\u00ea n\u00e3o pode falar com eles sobre a aus\u00eancia humana, mas sobre a harmonia entre o homem e a natureza.<\/p>\n<h3><strong>E para os jovens<\/strong><\/h3>\n<p>Geo tamb\u00e9m fala com as novas gera\u00e7\u00f5es, \u00e0s vezes muito preparadas: <strong>com os novos especialistas ambientais, com os novos agricultores. Fala aos professores<\/strong>, entre os quais temos muitos seguidores e responsabilidades, porque, por sua vez, eles t\u00eam que transmitir a mensagem. Aqui eles podem se inspirar para os projetos escolares. Por fim, h\u00e1 o p\u00fablico em geral que, no nosso caso, busca uma rela\u00e7\u00e3o positiva com o meio ambiente.<\/p>\n<figure id=\"attachment_58128\" aria-describedby=\"caption-attachment-58128\" style=\"width: 1600px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-58128\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Giordania-Olivella-e-Marco-Trevisani.jpg\" alt=\"Na Jord\u00e2nia - Foto de O. Foresta\" width=\"1600\" height=\"1200\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-58128\" class=\"wp-caption-text\">Na Jord\u00e2nia &#8211; Foto de O. Foresta<\/figcaption><\/figure>\n<h3><strong>No que voc\u00eas se concentram em particular?<\/strong><\/h3>\n<p>Nas hist\u00f3rias. <strong>Quando me encarreguei de aquisi\u00e7\u00f5es, eu recebia, especialmente do exterior, document\u00e1rios gen\u00e9ricos sobre o tema da \u00e1gua ou do planeta. N\u00e3o entramos nesses grandes argumentos te\u00f3ricos. O grande tema est\u00e1 l\u00e1<\/strong>, mas passa pela hist\u00f3ria de uma pessoa ou de um grupo de pessoas. Quando um agricultor cultiva em uma regi\u00e3o onde n\u00e3o h\u00e1 muita \u00e1gua, ele sabe como agir para n\u00e3o desperdi\u00e7\u00e1-la, caso contr\u00e1rio, ele n\u00e3o a ter\u00e1 para o cultivo ou para os animais beberem. Dessa forma, a necessidade de respeitar o meio ambiente \u00e9 bem contada. Ent\u00e3o, podemos associar o document\u00e1rio ao cientista que, no est\u00fadio, fala sobre a situa\u00e7\u00e3o hidrogr\u00e1fica.<\/p>\n<h3><strong>Podemos defini-la de ecologia encarnada?<\/strong><\/h3>\n<p>Eu diria que sim, e o m\u00e9rito tamb\u00e9m \u00e9 da apresentadora Sveva Sagramola que, com sua <strong>extraordin\u00e1ria capacidade, ao mesmo tempo humilde, fala sobre o meio ambiente. <\/strong>Passei um m\u00eas com ela na \u00c1frica, em 2009, para nove document\u00e1rios cheios de aten\u00e7\u00e3o e respeito pelas pessoas apresentadas. Estivemos com a popula\u00e7\u00e3o local e nas favelas de Nair\u00f3bi. Conhecemos pessoas como John Mureri, um jovem advogado que dedicou sua vida a proteger os mais humildes. Essa \u00e9 tamb\u00e9m uma forma de falar sobre o ambiente.<\/p>\n<h3><strong>Faz parte do conceito de \u201cEcologia Integral\u201d do Papa Francisco. <\/strong><\/h3>\n<p><strong>Nunca devemos sentir que somos superiores ao meio ambiente, mas integrados<\/strong> e \u00e9 isso que tentamos dizer por meio do Geo. N\u00e3o falamos sobre a degenera\u00e7\u00e3o do relacionamento. Tentamos respeitar as categorias sem demoniz\u00e1-las ou exalt\u00e1-las.<\/p>\n<h3><strong>Entre os seus primeiros document\u00e1rios para o Geo, h\u00e1 o de Anna Giordano. Quem \u00e9?<\/strong><\/h3>\n<p>Uma mulher incr\u00edvel que, nos anos 1990, lutou contra a ca\u00e7a ao urubu no Estreito de Messina. Havia uma tradi\u00e7\u00e3o ali: quem matasse um \u2013 l\u00e1 eles o chamam de Adorno \u2013 significava que n\u00e3o estava sendo tra\u00eddo. Os ca\u00e7adores alugavam velhos bunkers da Segunda Guerra Mundial para mat\u00e1-los. Eram apenas trof\u00e9us, pois nem dava para comer. Essa mulher, com a ajuda da Guarda Florestal, comprometeu-se a ir contra essa tradi\u00e7\u00e3o repulsiva, e encontrou v\u00e1rios problemas<strong>. Chegaram a queimar o carro dela. O document\u00e1rio \u00e9 intitulado <em>A Dama dos Falc\u00f5es<\/em>.<\/strong><\/p>\n<h3><strong>Falar sobre meio ambiente significa denunciar o que est\u00e1 errado, mas tamb\u00e9m oferecer esperan\u00e7a para sair da crise ambiental. No Geo, como voc\u00eas se posicionam entre esses dois polos?<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Nossa linha editorial \u00e9 a da esperan\u00e7a. Abordamos a den\u00fancia indiretamente, mas sem remover o problema.<\/strong> N\u00f3s o aprofundamos em parte no est\u00fadio, com os convidados. Tentamos fazer as pessoas entenderem como as coisas podem funcionar com um document\u00e1rio, que \u00e9 uma janela de esperan\u00e7a. Se falamos do abandono dos sub\u00farbios, mostramos tamb\u00e9m a fam\u00edlia que est\u00e1 reformando uma casa. N\u00e3o deixemos de fora o aspecto negativo, mas como base sobre a qual construir. Em nossa linha editorial, n\u00e3o h\u00e1 figuras pol\u00edticas, porque a pol\u00edtica muitas vezes tende a polarizar, enquanto estamos interessados em falar sobre aquilo que funciona e \u00e9 \u00fatil. Existe uma bela ciclovia? N\u00e3o importa se foi feita pela direita ou pela esquerda. Olhamos para a import\u00e2ncia dessa faixa para as fam\u00edlias e as pessoas. Se quisermos cham\u00e1-la de linha editorial da esperan\u00e7a, bem, n\u00f3s temos muita esperan\u00e7a.<\/p>\n<h3><strong>A ferida \u00e9 o ponto de partida. Podemos dizer isso sobre Geo?<\/strong><\/h3>\n<p>N\u00e3o vamos falar sobre a <strong>terra dos inc\u00eandios na Camp\u00e2nia, mas sobre a dificuldade dos agricultores que se concentram na agricultura biol\u00f3gica e enfrentam o problema da fuma\u00e7a prejudicial \u00e0 sa\u00fade<\/strong>. Por exemplo, para um document\u00e1rio feito em Salina, <em>Il profumo di casa<\/em>, falando sobre o trabalho no cultivo de alcaparras, cansativo e ocasional, foi abordado o tema da m\u00e3o de obra de baixo custo para imigrantes.<\/p>\n<h3><strong>N\u00e3o fazem investiga\u00e7\u00f5es realmente&#8230;<\/strong><\/h3>\n<p>N\u00e3o em estilo de relat\u00f3rio. <strong>Descrevemos quest\u00f5es cr\u00edticas de forma construtiva<\/strong>, especialmente em document\u00e1rios, colaborando tamb\u00e9m com realidades virtuosas. Por exemplo, a associa\u00e7\u00e3o ambientalista italiana Legambiente. Estamos sempre atentos \u00e0 realidade. N\u00f3s nunca constru\u00edmos um conto de fadas. Adoramos falar sobre culturas biol\u00f3gicas, sobre o problema do desperd\u00edcio.<\/p>\n<h3><strong>Alguns outros exemplos?<\/strong><\/h3>\n<p>Um document\u00e1rio sobre a controversa presen\u00e7a de lobos, reintroduzido com o projeto San Francesco nos anos 1970. Existem muitos lobos, e o que fazer? Renunciar a um projeto positivo? \u00c9 aconselh\u00e1vel ter paci\u00eancia e procurar ferramentas para uma conviv\u00eancia saud\u00e1vel. O document\u00e1rio conta a hist\u00f3ria da inven\u00e7\u00e3o de coleiras que sinalizam a presen\u00e7a de lobos para o pastor e para o fazendeiro. <strong>Tentamos oferecer sugest\u00f5es para a conviv\u00eancia saud\u00e1vel entre as diversas realidades do planeta, se quisermos que ele mantenha a sua variedade<\/strong>.<\/p>\n<figure id=\"attachment_58138\" aria-describedby=\"caption-attachment-58138\" style=\"width: 1805px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-58138\" src=\"https:\/\/www.unitedworldproject.org\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Malesia-in-barca.jpg\" alt=\"Na Mal\u00e1sia - Foto de O. Foresta\" width=\"1805\" height=\"1200\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-58138\" class=\"wp-caption-text\">Na Mal\u00e1sia &#8211; Foto de O. Foresta<\/figcaption><\/figure>\n<h3><strong>Podemos dizer que com esse trabalho voc\u00eas ajudam o p\u00fablico a se conscientizar de que o ser humano, sem o seu planeta saud\u00e1vel, n\u00e3o pode viver?<\/strong><\/h3>\n<p>Essa \u00e9 a miss\u00e3o de Geo: reiterar que fazemos parte de um mecanismo<strong>. N\u00e3o podemos fazer o que queremos porque o planeta est\u00e1 interligado e devemos assumir nossas responsabilidades. <\/strong>O problema dos javalis nas ruas est\u00e1 ligado \u00e0 gest\u00e3o do lixo urbano, \u00e0s lixeiras transbordantes deixadas abertas. Geo sabe que o javali tamb\u00e9m \u00e9 uma amea\u00e7a para o agricultor, mas pensa no equil\u00edbrio que leva \u00e0 harmonia entre o homem e o animal. Entre economia e natureza. <strong>Sem harmonia, corremos o risco de arruinar o planeta<\/strong>.<\/p>\n<h3><strong>Voltemos \u00e0 ecologia integral e a Papa Francisco<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Ele era um aliado profundo, a voz mais forte e autorit\u00e1ria, inclusive no que diz respeito \u00e0 guerra, que destr\u00f3i o meio ambiente. Os danos ecol\u00f3gicos ap\u00f3s uma guerra s\u00e3o terr\u00edveis<\/strong>. Pouco se fala sobre esse aspecto das guerras.<\/p>\n<h3><strong>Qual \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o depois de tantos anos de trabalho, vendo que tantos problemas ainda est\u00e3o a\u00ed?<\/strong><\/h3>\n<p>N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil responder<strong>. Se voc\u00ea olhar pela janela, ter\u00e1 dificuldade em dizer que as coisas melhoraram, mas nossa transmiss\u00e3o encontra muitas pessoas motivadas e determinadas<\/strong>. Isso me leva a dizer que a sensibilidade melhorou. No Geo, respira-se proximidade com as pessoas que d\u00e3o tudo de si. Nossa tarefa \u00e9 falar sobre elas. H\u00e1 momentos de des\u00e2nimo, perante um rio em p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es, mas recuperamos as for\u00e7as ao encontrar quem o limpa. Eles entenderam que o rio \u00e9 casa, n\u00e3o lugar para jogar lixo.<\/p>\n<h3><strong>Sentimentos ambivalentes<\/strong><\/h3>\n<p>Digamos que a base \u00e9 melhor do que aqueles que nos dirigem, infelizmente, que ainda est\u00e3o ancorados no mecanismo do voto. <strong>Mas h\u00e1 muitos jovens inteligentes que alimentam a esperan\u00e7a<\/strong>.<\/p>\n<h3><strong>O papel da m\u00eddia?<\/strong><\/h3>\n<p>Acredito que hoje, <strong>tamb\u00e9m gra\u00e7as aos meios de comunica\u00e7\u00e3o, h\u00e1 uma nova sensibilidade<\/strong>, mas volto a quem nos lidera e \u00e0s grandes multinacionais, \u00e0 monocultura que destr\u00f3i. Cultivar apenas um produto em um pa\u00eds \u00e9 muito arriscado. Carlo Petrini, que colabora com Vandana Shiva, tamb\u00e9m afirma isso. No Geo, falamos sobre a import\u00e2ncia de culturas diferenciadas, da altern\u00e2ncia de culturas. Mais uma vez, <strong>n\u00e3o fazemos uma den\u00fancia direta, mas deixamos claro que o deus do lucro n\u00e3o leva \u00e0 prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente. <\/strong><\/p>\n<h3><strong>Qual \u00e9 a import\u00e2ncia da forma\u00e7\u00e3o para os jovens e at\u00e9 que ponto uma boa TV pode dar sua contribui\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/h3>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o \u00e9 muito importante, especialmente o trabalho aprofundado com as escolas. <strong>Tamb\u00e9m acredito que depois de tr\u00eas horas de Geo, temos a sensa\u00e7\u00e3o de que algo pode ser feito.<\/strong> \u00c9 uma transmiss\u00e3o que incentiva: sa\u00edmos do Geo melhor do que entramos.<\/p>\n<h3><strong>Penso que com esse trabalho, voc\u00eas interceptam uma necessidade inerente \u00e0s pessoas, talvez obscurecida pela corrente da nossa sociedade, mas resistente.<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Reconstruir a harmonia com o meio ambiente intercepta nossa necessidade \u00edntima e profunda<\/strong>, que \u00e9 tamb\u00e9m um desejo de paz.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Documentarista de profiss\u00e3o, ela traz para a TV uma ecologia realista, pr\u00f3xima e cheia de esperan\u00e7a Olivella Foresta \u00e9 uma documentarista experiente. 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